Ex-nora de Preta Gil revela obsessão por apps de namoro: “Inflar o meu ego”
Laura Fernandez contou que o comportamento estava ligado à busca por validação

Laura Fernandez decidiu dar um passo atrás nos aplicativos de namoro depois de perceber que o uso das plataformas estava ultrapassando o limite que considerava saudável.
Nesta quinta-feira (10/9), a ex-nora e Preta Gil contou aos seguidores que está há três semanas sem marcar encontros por meio dos apps e afirmou estar satisfeita com a mudança na rotina.

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Para Laura, as plataformas podem ser uma maneira válida de conhecer pessoas, desde que não ocupem um espaço excessivo.
“É mais um meio para você flertar, mas precisa ter um certo limite para não virar obsessão, como virou na minha vida…. Vamos bater três semanas sem date nenhum. Estou ótima. Estou cheia de laser e botox no rosto, saindo com os meus amigos, trabalhando… Fiquei sem homem, inclusive, amo ficar sem homem”, ressaltou.
Busca por validação
A atriz, que é mãe de Sol de Maria, única neta de Preta Gil, também fez questão de explicar que o comportamento que identificou em si mesma não estava relacionado à busca desenfreada por sexo.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA questão, segundo ela, tinha mais ligação com a forma como os encontros interferiam em sua autoestima.
“No meu caso, não é um caso de sexo compulsivo, mas mais de querer inflar o meu ego”, disse.
Mesmo depois de reconhecer os efeitos que o uso excessivo teve em sua vida, Laura não demonizou os aplicativos. Ela considera que as ferramentas podem cumprir uma função semelhante à de outros meios usados para estabelecer contatos.
“Acho que é um artifício, como o telefone e a carta. Acho que tem o seu lado bom também”, ponderou.
Um padrão a entender
A experiência também levou a atriz a observar a maneira como costuma conduzir os relacionamentos iniciados nessas plataformas. Laura contou que conheceu homens de quem gostou, mas percebeu que acabava reproduzindo um padrão que agora tenta compreender melhor.
“Eu conheci pessoas muito legais no aplicativo, mas estava entrando em uma outra máxima, que é a de que eu nunca fico amiga dos caras com quem eu tenho um relacionamento. Aí estou com esse assunto na terapia para tentar entender por que tudo eu transformo em rejeição”, explicou.
A decisão de se afastar dos aplicativos, portanto, veio acompanhada de uma reflexão mais ampla sobre seus próprios comportamentos e sobre a maneira como ela lida com afeto, autoestima e rejeição.












