Ex-nora de Preta Gil sobre documentário: “Eu chorava de soluçar”.
Laura destacou que o documentário despertou uma mistura de sentimentos e a fez reviver a saudade da cantora
Laura Fernandez se emocionou ao falar sobre Preta Gil e o impacto causado pelo documentário sobre a cantora, Meu Nome é Preta, lançado recentemente.
Em entrevista à coluna Fábia Oliveira durante a Noite dos Enredos, realizada na Cidade do Samba, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (7/8), a modelo e influenciadora digital afirmou que a ex-sogra continua muito presente em sua vida, mesmo após sua morte.

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Preta morreu aos 50 anos, em julho de 2025, após enfrentar um câncer no intestino e passar por diferentes etapas de tratamento.
Para Laura, assistir ao documentário foi especialmente doloroso por trazer novamente à tona a presença da cantora e as lembranças compartilhadas ao longo dos anos.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“A Preta é muito viva na minha vida. Ela está comigo diariamente. É uma falta inesquecível. E foi muito duro ver o documentário, porque ela é uma pessoa muito viva. Só que ela não está mais aqui, nessa área, ela está em outro lugar”, afirmou.
“Chorava de soluçar”
Laura contou que a produção despertou uma mistura de sentimentos e a fez reviver a saudade da cantora. Mãe de Sol de Maria e ex de Francisco Gil, ela mantém o vínculo com a família mesmo após o fim do relacionamento com o músico.
“Foi muito duro, foi muito difícil, foi muito emocionante, foi muito bonito. Foi uma mistura de sentimentos muito grande. Eu chorava de soluçar. É uma perda que… sinto todos os dias”, declarou.
Ao falar sobre como tem lidado com a ausência, Laura afirmou que a partida de Preta mudou sua relação com a própria felicidade. Segundo ela, a cantora era parte importante de sua vida e, por isso, será necessário encontrar uma nova maneira de conviver com a saudade.
Legado de Preta
Laura também refletiu sobre o principal ensinamento deixado por Preta. Para ela, o documentário e a série ajudam a mostrar uma característica que marcou a trajetória da cantora: a capacidade de valorizar a vida e permanecer fiel a quem era, mesmo diante das dificuldades.
“Acho que o documentário foi tão rico, e a série foi tão rica, que deu para entender que a gente precisa viver, que a gente precisa ser a gente e que a vida é agora”, afirmou.
Na avaliação da modelo, essa mensagem esteve presente em diferentes momentos da trajetória de Preta, tanto antes quanto durante o enfrentamento da doença.
“Ela, a todo momento, antes da doença, durante a doença, passou isso. Então eu acho que é um aprendizado muito grande, não só para mim”, completou.














