
Fábia OliveiraColunas

Equipe de Samira detona falas de Solange Couto no BBB26: “Lamentável”
O time da sister emitiu um comunicado oficial, após a atriz afirmar que ela era infeliz e devia “ter nascido de uma trepada mal dada”
atualizado
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As declarações de Solange Couto dentro do BBB26 contra Samira ainda estão rendendo muitas polêmicas fora do reality da TV Globo. Após a equipe da atriz se manifestar sobre as falas – ela afirmou que a sister era infeliz e devia “ter nascido de uma trepada mal dada” –, justificando cada uma delas, o time da atendente repudiou os comentários.
“É lamentável assistirmos a comentários que associam a origem de uma pessoa a um julgamento moral ou de caráter. Nosso papel, como equipe da Samira, é reforçar que essa informação não é verídica”, começou o texto.
O que aconteceu
Na ocasião, após ser questionada se iria almoçar, Solange Couto respondeu que não comeria naquele horário e, em conversa com Babu, afirmou em tom revoltado:
“Eu nasci do prazer, não nasci do estupro. A pessoa quando é infeliz assim, é infeliz assim porque deve ter nascido de uma trepada mal dada”.
A fala foi interpretada por parte do público como uma possível associação à colega de confinamento.
Veja a nota completa
“Nota de repúdio: é lamentável assistirmos a comentários que associam a origem de uma pessoa a um julgamento moral ou de caráter. Nosso papel, como equipe da Samira, é reforçar que essa informação não é verídica.
Porém, para além disso, é importante lembrar que esse tipo de fala fere não apenas quem foi diretamente citada, mas também milhares de pessoas que carregam histórias marcadas por violência e que, ainda assim, constroem suas trajetórias com dignidade e coragem.
Vivemos em um país onde a violência sexual é uma realidade com dados alarmantes. Segundo o Ministério da Justiça, em 2025, o Brasil registrou um estupro a cada 6 minutos. Diante desse cenário, reduzir ou estigmatizar alguém a partir de uma narrativa de violência é reforçar preconceitos e perpetuar dores que deveriam ser combatidas com empatia, responsabilidade e informação.
Nenhuma pessoa pode ser definida pela violência que a antecedeu. Todos temos um papel fundamental na prevenção e no enfrentamento da violência contra a mulher.
É dever coletivo promover respeito, acolhimento e consciência, para que possamos avançar rumo a uma sociedade mais justa, segura e igualitária, onde nenhuma história de violência seja usada como instrumento de julgamento ou exclusão.
Repudiamos qualquer fala que normalize, minimize ou instrumentalize a violência sexual como forma de ataque ou desqualificação. Este debate público deve ser feito com responsabilidade, sensibilidade e compromisso com a dignidade humana”.
















