
Fábia OliveiraColunas

Equipe de Solange Couto emite nota após polêmica com Samira. Leia!
Defesa da atriz afirmou que fala no BBB26 foi interpretada de forma distorcida
atualizado
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A equipe jurídica de Solange Couto se manifestou em comunicado enviado à coluna após a repercussão de uma fala da atriz no BBB26 nessa quarta-feira (25/2).
A declaração ocorreu durante uma discussão com a participante Samira e passou a gerar debates nas redes sociais.
Entenda a polêmica
Na ocasião, após ser questionada se iria almoçar, Solange respondeu que não comeria naquele horário e, em conversa com Babu, afirmou em tom revoltado:
“Eu nasci do prazer, não nasci do estupro. A pessoa quando é infeliz assim, é infeliz assim porque deve ter nascido de uma trepada mal dada”.
A fala foi interpretada por parte do público como uma possível associação à colega de confinamento.
Assista a declaração que causou polêmica
Samira: “Solange você vai comer?”
Solange: “Eu como a hora que eu quiser e quando eu quiser”
Samira: “Tudo bem”
Solange: “Eu nasci do prazer, eu não nasci de est*pr* não! Vai pra p*rr4! Pessoa quando é infeliz assim é pq nasceu de trepada mal dada.” #BBB26pic.twitter.com/wyAZfAesdD— Vai Desmaiar (@vaidesmaiar) February 25, 2026
O que diz a nota da defesa
No texto encaminhado à coluna, a defesa afirma que é necessário o “restabelecimento da verdade dos fatos, afim de se afastar interpretações distorcidas e criadas com o único intuito de dar nova conotação com o que fora verdadeiramente dito pela participante”.
O comunicado sustenta que a declaração deve ser analisada em dois momentos distintos. Sobre o trecho “Eu nasci do prazer, não nasci do estupro”, a equipe jurídica afirma que se trata de uma referência pessoal. “Trata-se de uma reafirmação de sua própria origem, expressando o carinho e o amor com que foi concebida por seus pais, não havendo, neste trecho, qualquer referência ou insinuação à participante Samira”, diz a nota.
Em relação à sequência da fala, a defesa destaca que Solange teria classificado a colega apenas como “infeliz” e que a expressão “deve ter nascido de uma trepada mal dada” foi apresentada como conjectura, sem mencionar estupro. O texto ressalta que “em nenhum instante de sua fala, Solange Couto atribui a Samira a condição de ‘fruto de estupro’”.
Ao final, o comunicado afirma que qualquer interpretação nesse sentido “configura uma distorção grave do que foi efetivamente dito” e reforça que a palavra “estupro” foi utilizada exclusivamente em referência à própria atriz. O documento é assinado como “Jurídico Solange Couto”.
Leia a nota na íntegra
“Diante das recentes repercussões acerca das declarações da participante Solange Couto em discussão com a participante Samira, faz-se necessária o restabelecimento da verdade dos fatos, afim de se afastar interpretações distorcidas e criadas com o único intuito de dar nova conotação com o que fora verdadeiramente dito pela participante.
A fala de Solange, “Eu nasci do prazer, não nasci do estupro. A pessoa quando é infeliz assim, é infeliz assim porque deve ter nascido de uma trepada mal dada”, deve ser decomposta e compreendida em suas duas partes distintas, conforme explicitado. Primeiramente, a participante Solange Couto inicia sua manifestação com a afirmação categórica: “Eu nasci do prazer, não nasci do estupro.” Esta é uma declaração de caráter pessoal e intransferível, na qual Solange se refere exclusivamente a si mesma.
Trata-se de uma reafirmação de sua própria origem, expressando o carinho e o amor com que foi concebida por seus pais, não havendo, neste trecho, qualquer referência ou insinuação à participante Samira, haja vista que, a colocação é uma delimitação de sua própria identidade e concepção.
Em um segundo momento, e aí sim, dirigindo-se à participante Samira e em continuidade à discussão, Solange completa sua fala com a seguinte fala: “A pessoa quando é infeliz assim, é infeliz assim porque deve ter nascido de uma trepada mal dada.” É crucial observar que, neste ponto, Solange Couto se refere à Samira qualificando-a APENAS como “infeliz”.
A posterior conjectura “porque deve ter nascido de uma trepada mal dada”, é apresentada como uma especulação de causa para a infelicidade, utilizando um termo grosseiro, mas que não faz nenhuma menção à palavra “estupro”, conforme aludido.
É fundamental sublinhar que, em nenhum instante de sua fala, Solange Couto atribui a Samira a condição de “fruto de estupro”. A conexão da palavra “estupro” foi feita pela própria Solange em referência à sua própria concepção, para, em seguida, caracterizar Samira como “infeliz” e conjecturar, de forma generalizada e questionável (DEVE), sobre as possíveis origens de sua suposta infelicidade, utilizando a expressão popular “trepada mal dada”.
Portanto, qualquer afirmativa que sugira que Solange Couto acusou Samira de ter sido fruto de estupro, ou que suas palavras carregavam essa intenção, configura uma distorção grave do que foi efetivamente dito.
Vale ressaltar que, embora Solange tenha arriscado uma teoria questionável, esta, jamais vinculou a palavra “estupro” à concepção de Samira, mas tão somente a sua própria, impondo à todos a obrigação de interpretação de suas falas nos limites de suas palavras, não sendo correta nenhuma tentativa de reinterpretar seu discurso de forma a atribuir-lhe acusações que não foram feitas.
Atenciosamente, Jurídico Solange Couto”.







