Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Fábia Oliveira

Deolane apresenta defesa contra delegado e questiona provas em processo

Influenciadora apresentou sua defesa à Justiça no processo ajuizado contra ela pelo delegado Paulo Gustavo, da Polícia Civil de Pernambuco

09/10/2026 08:00, atualizado 09/10/2026 08:09
Instagram/Reprodução
Deolane Bezerra se manifesta sobre prisão em carta: "Não sou bandida" - Metrópoles

A coluna Fábia Oliveira descobriu, com exclusividade, que Deolane Bezerra apresentou sua defesa à Justiça no âmbito do processo ajuizado contra ela pelo delegado Paulo Gustavo Gondim Borba Correia de Souza, da Polícia Civil de Pernambuco, que presidiu o inquérito policial instaurado no âmbito da Operação Integration, em 2025. O documento foi juntado aos autos no dia 1º de outubro.

Paulo acionou a Justiça contra a influenciadora após ela declarar publicamente que ele havia cometido “abuso de autoridade” e promovido uma “prisão criminosa e ilegal”. O delegado classificou as falas como caluniosas e pediu uma indenização por danos morais de R$ 81 mil.

Receba no seu email as notícias da coluna Fábia Oliveira

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

A defesa de Deolane Bezerra

Nas primeiras páginas da contestação, a influenciadora afirmou que Paulo não demonstrou que ela tenha feito as declarações acusatórias a seu respeito. Segundo ela, o autor também falhou ao não apresentar gravações de entrevistas ou documentos que comprovem que ela tenha se manifestado nos termos relatados nos autos.

Deolane apresenta defesa contra delegado e questiona provas em processo - destaque galeria
6 imagens
Deolane apresenta defesa contra delegado e questiona provas em processo - imagem 2
Irmã de Deolane chora ao falar da prisão da irmã no Dia do Advogado
Deolane Bezerra.
A prisão de Deolane Bezerra completa 2 meses nesta terça-feira (21/7)
Após prisão, restaurante tira nome de Deolane Bezerra do cardápio
Deolane Bezerra
1 de 6

Deolane Bezerra

Reprodução
Deolane apresenta defesa contra delegado e questiona provas em processo - imagem 2
2 de 6

Irmã de Deolane chora ao falar da prisão da irmã no Dia do Advogado
3 de 6

Irmã de Deolane chora ao falar da prisão da irmã no Dia do Advogado

Deolane Bezerra.
4 de 6

Deolane Bezerra.

Reprodução/redes sociais.
A prisão de Deolane Bezerra completa 2 meses nesta terça-feira (21/7)
5 de 6

A prisão de Deolane Bezerra completa 2 meses nesta terça-feira (21/7)

Instagram/Reprodução
Após prisão, restaurante tira nome de Deolane Bezerra do cardápio
6 de 6

Após prisão, restaurante tira nome de Deolane Bezerra do cardápio

Instagram/Reprodução

Deolane questionou a validade de um conjunto de vídeos anexados ao processo pelo autor, supostamente relacionados às ofensas que ela teria proferido. Afirmou ser evidente que os arquivos foram editados e defendeu a realização de uma perícia para atestar a veracidade e a integridade do material.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Bezerra alegou, ainda, que Paulo não comprovou que ela tenha realizado uma live na qual o teria ofendido e acusado de mentir e ludibriar a Justiça e o Ministério Público.

A influenciadora pediu que, mesmo que os vídeos sejam validados, a ação seja julgada improcedente. Ela sustentou que o material deixa claro que apenas criticou a atuação profissional do agente e apontou os equívocos que, segundo ela, foram cometidos por ele ao presidir o inquérito policial da Operação Integration. Deolane Bezerra negou ter agido com a intenção de ofendê-lo.

A famosa afirmou não ter ultrapassado os limites da liberdade de manifestação do pensamento. Ela argumentou que Gondim é delegado de polícia, condição que, em sua avaliação, o torna mais suscetível a críticas, e o acusou de tentar silenciá-la por considerá-la “uma desafeta”.

Deolane alegou, ainda, que o agente policial não comprovou que as falas tenham provocado abalo psicológico ou danos aos seus direitos que justifiquem o pagamento de uma indenização elevada.

Em tom ácido, Bezerra afirmou que, caso os fatos narrados tenham sido suficientes para abalar o psicológico de Paulo, ele “não poderia exercer o cargo de delegado, que demanda maior fortitude mental”.