
Fábia OliveiraColunas

Daniela Albuquerque expõe segredo revelado no velório do pai
A apresentadora abriu o coração ao recordar um momento que a marcou para sempre
atualizado
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Daniela Albuquerque relembrou uma das passagens mais marcantes de sua infância durante uma entrevista dada recentemente.
Em participação no podcast NaTelinha Talk a apresentadora contou que tinha apenas cinco anos quando viveu uma situação delicada no velório do pai, momento em que parentes dele descobriram a existência dela e de seu irmão.
A revelação aconteceu no velório
A história surgiu enquanto Daniela comentava a escolha de um vestido amarelo para comparecer ao Festival de Cannes. Segundo ela, a cor carrega um significado pessoal por estar ligada à despedida do pai, ocorrida quando ainda era criança.
Ao recordar aquele dia, a apresentadora revelou que o pai mantinha outra família e que seus familiares não sabiam da existência dela nem de sua mãe.
“No enterro do meu pai, eu estava toda de amarelo. É uma coisa muito particular porque meu pai tinha uma outra família e, no momento em que meu pai estava sendo velado, essa família não sabia da minha existência. Quando eu estava no velório do meu pai, minha mãe estava em uma pilastra chorando, ninguém sabia da existência da minha mãe”, lembrou a apresentadora da RedeTV!.
Mãe revelou segredo durante oração
Daniela também descreveu a reação que teve ao entrar no local da cerimônia acompanhada por uma tia.
“Quando eu vi, foi muito impactante. Eu gritei muito alto e o velório parou. Todo mundo ficou impactado com aquela cena. Depois do velório, estendeu para o enterro”.
Durante a entrevista, ela contou ainda que foi sua mãe quem revelou a existência dos dois filhos à família do pai. A declaração ocorreu enquanto um padre conduzia uma oração durante a despedida.
“O padre tava fazendo uma oração e falou ‘o seu Raimundo deixou três filhos’ e minha mãe, no último suspiro dela, falou ‘e deixou mais dois filhos, essa que está toda de amarelo e um outro, que ficou em casa’, que era o meu irmão, menor que eu”, relatou.
Apesar da lembrança estar associada a um momento de luto, Daniela afirmou que, ao longo da vida, passou a enxergar a cor amarela também ligada a experiências positivas e conquistas pessoais.





