Construtora cobra R$ 3 milhões de Kauan, dupla de Matheus, na Justiça
Construtora cobra multa de mais de R$ 3 milhões após rescisão de obra milionária; cantor e esposa contestam a dívida

A coluna Fábia Oliveira descobriu, com exclusividade, que o cantor Kauan, dupla de Matheus, está no centro de mais uma batalha milionária. O cantor e sua esposa, Sarah Carolina Ferreira Biancolini, foram acionados na Justiça pela MAPA Construtora e Incorporadora em abril deste ano.
O que motivou o processo contra Kauan e sua esposa
Na ação, a construtora cobra uma multa contratual de mais de R$ 3 milhões do casal. A MAPA diz ter sido procurada pela dupla para construção de um imóvel residencial, tendo celebrado um contrato superior a R$ 15 milhões.
A empresa afirma que Kauan e Sarah ficaram inadimplentes com os pagamentos programados, mesmo após sucessivas notificações para regularização de valores. Segundo a MAPA, o contrato foi rescindido por culpa do casal, razão pela qual cobra o montante referente a uma cláusula penal pactuada entre as partes, um total exato de R$ 3.040.000,00.

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Ver todasCasal se defendeu
Após serem citados para pagar o valor cobrado ou embargar a execução, o sertanejo e sua esposa apresentaram uma “exceção de pré-executividade” à Justiça em 11 de junho.
Como espécie de defesa, o casal afirmou que a execução de cobrança deve ser extinta. Kauan e Sarah, por sua vez, acusaram a construtora de levar uma versão editada da realidade ao tribunal. O casal afirmou que, após cobranças, contranotificou a empresa, e diz ser dela a culpa pela rescisão do contrato.
O sertanejo e sua esposa expuseram, também, que existiram divergências quanto aos valores pagos durante a execução da obra. Segundo a dupla, a multa não pode ser cobrada antes de pontos controversos serem definidos. Entre eles estaria a definição de qual das partes deu causa à rescisão e se houve inadimplemento.
Pedido negado
Ao apresentar o documento, Kauan e Sarah pediram a suspensão da ação que cobra a verba milionária enquanto a exceção por eles apresentada não fosse julgada. A juíza da 2ª Vara Cível da Comarca de Barueri negou o pedido de paralisação.
A MAPA Construtora rebateu todos os argumentos suscitados pelo casal e afirmou que a exceção deve ser rejeitada. A empresa pediu que o caso tenha prosseguimento.











