metropoles.com
Fábia Oliveira

Cadê o post? Lexa vira centro de polêmica judicial de R$ 1,3 milhão

A coluna descobriu, com exclusividade, que contrato previa ações publicitárias que não teriam sido entregues

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Reprodução/Instagram.
cede-o-post-lexa-centro-polemica-judicial-de-1-milhao
1 de 1 cede-o-post-lexa-centro-polemica-judicial-de-1-milhao - Foto: Reprodução/Instagram.

A coluna Fábia Oliveira descobriu que a vida da cantora Lexa ganhou mais um capítulo tenso nos tribunais, envolvendo as empresas que gerem sua carreira.

O NSX Group, responsável pela marca de apostas Mr. Jack, move uma ação de cobrança contra a intermediadora Humanz Brazil e contra a Ferrattry Empreendimentos Artísticos. Vale lembrar que a Ferrattry tem como sócia majoritária a mãe da cantora, Darlin Ferrattry.

O motivo? Um suposto descumprimento contratual que envolve cifras astronômicas

Entenda o caso

Tudo começou quando Lexa foi contratada para ser a embaixadora da marca Mr. Jack. O contrato, fechado em um valor total de R$ 1,3 milhão, previa que a cantora realizasse uma série de entregas publicitárias, incluindo posts, stories e reels em suas redes sociais.

Ocorre que, segundo os autos do processo, após o pagamento da primeira parcela, um montante de R$ 262 mil enviado à intermediária Humanz, o projeto não saiu do papel. Desse valor, R$ 170 mil foram repassados diretamente para a Ferrattry. A acusação é direta: a verba foi recebida, mas nenhum serviço foi entregue.

O Imbróglio e a Empurra-Empurra

A coluna descobriu que o processo já passa de 200 páginas e revela um verdadeiro jogo de responsabilidades.

A Humanz Brazil (a intermediadora) se defende alegando que é “parte ilegítima” na confusão. Segundo a empresa, eles já devolveram a parte que lhes cabia (a comissão de R$ 92 mil) através de compensações comerciais com o grupo de apostas.

A empresa aponta o dedo para a Ferrattry, afirmando que a agência de Lexa é a única que ficou com o dinheiro (os R$ 170 mil) sem prestar o serviço, o que configuraria enriquecimento ilícito.

Cadê o post? Lexa vira centro de polêmica judicial de R$ 1,3 milhão - destaque galeria
4 imagens
Lexa perdeu a filha em fevereiro
Lexa
Lexa
Lexa perdeu a filha em fevereiro
1 de 4

Lexa perdeu a filha em fevereiro

Reprodução/Instagram/@lexa
Lexa perdeu a filha em fevereiro
2 de 4

Lexa perdeu a filha em fevereiro

Reprodução/Instagram/@lexa
Lexa
3 de 4

Lexa

Reprodução/Metrópoles
Lexa
4 de 4

Lexa

Reprodução/Instagram

Status Atual

O processo tramita na 20ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo. Recentemente, em novembro de 2025, a NSX Group reafirmou que houve inadimplemento e exige a devolução corrigida dos valores.

Agora, a Justiça se prepara para a fase de provas. A Humanz já solicitou a produção de prova oral, com depoimentos das partes, para tentar provar que não tem culpa no “sumiço” do conteúdo e que a responsabilidade pela devolução é exclusiva da empresa de Lexa.

A coluna descobriu, ainda, que a empresa Ferretry Empreendimentos não contestou a ação, mesmo tendo sido citada para apresentar a defesa. A inércia impacta no resultado do caso e faz com que os argumentos da empresa autora sejam recebidos como presumidamente verdadeiros.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comFábia Oliveira

Você quer ficar por dentro da coluna Fábia Oliveira e receber notificações em tempo real?