
Fábia OliveiraColunas

Bruna Biancardi mostra “perrengue” em busca de macarrão instantâneo
Com uma coberta nas costas, a influencer mostrou, nos stories do Instagram, o trajeto que fez para buscar o alimento do outro lado da mansão
atualizado
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Quem nunca resolveu fazer um macarrão instantâneo no jantar e viu que não tinha por perto? Foi isso que aconteceu com Bruna Biancardi na noite de segunda-feira (11/8). A influenciadora usou os stories do Instagram para mostrar o “perrengue” que passou em busca do alimento dentro de casa.
Nas imagens, ela apareceu com uma coberta nos ombros e contou: “Fala sério. Essas horas… nesse frio, coloquei uma coberta, estou de pijama já, está chovendo. Fui fazer um miojo, não tinha miojo desse lado, tive que vir do outro lado da casa, que é longe andando”, disse.
E finalizou: “Peguei para todos. Só eu, mesmo, nesse frio, essa hora, com medo de encontrar um bicho aqui, mas é isso. Daqui a pouco eu chego onde é o nosso quarto”, encerrou, antes de mostrar os pratos concluídos.
Assista ao vídeo
Casa vigiada
Bruna Biancardi está movendo uma ação judicial contra o proprietário da mansão onde morou em Cotia, na Grande São Paulo.
Segundo a influenciadora, o dono do imóvel teria violado sua privacidade ao monitorá-la por meio de câmeras de segurança instaladas sem seu conhecimento.
A denúncia envolve também episódios de importunação, inclusive com pedidos de fotos com Neymar, noivo de Bruna e atual camisa 10 do Santos.
Imagens usadas em disputa judicial
A situação teria começado após a mudança da influenciadora do Oriente Médio para o Brasil, quando estava grávida de sua segunda filha, Mel. Ela passou a morar no local com Neymar e a primogênita do casal, Mavie, de 1 ano e 9 meses.
O imóvel, alugado por cerca de R$ 41 mil mensais, teria sido monitorado por câmeras internas, o que só foi descoberto após o locador questionar a presença de animais de estimação na residência, algo proibido por contrato.
Descumprimento de contrato
Em documentos judiciais, obtidos pelo portal LeoDias, a equipe jurídica da influenciadora aponta que as imagens coletadas foram usadas para acusá-la de descumprir cláusulas contratuais.
“Para embasar tal alegação do suposto descumprimento contratual quanto a permissão de animal de estimação, o Requerido e sua esposa informaram que obtiveram gravações de áudio e imagem feitas por câmeras internas instaladas no imóvel”, destaca um trecho do processo.
Proprietário admitiu acesso às câmeras
O caso se agravou quando o locador admitiu ter mantido acesso às imagens, mesmo após garantir à influenciadora que teria apagado o aplicativo de monitoramento e alterado as senhas. Capturas de tela reunidas pela defesa comprovariam que ele acompanhava a rotina da família mesmo após a locação.
“Na verdade, Bruna, meus áudios são das câmeras. Isso é para minha própria segurança e da minha própria família. Já tivemos alguns problemas que eu por não ter nada de idiota coloquei as câmeras com áudios e vídeos”, teria escrito o proprietário em uma troca de mensagens.
Resposta de Biancardi
Em resposta, Bruna escreveu: “Então você estava me vigiando após eu alugar a casa? Ainda bem que seu plano não deu certo, pois troquei todas.”
Além da vigilância não autorizada, a influenciadora e sua equipe relataram que foram abordados diversas vezes com solicitações de fotos com Neymar, o que, segundo o processo, foge do escopo do contrato e caracteriza uma conduta abusiva.
“Tratava de assuntos alheios ao contrato de locação como, por exemplo, solicitações de fotos com o jogador Neymar Jr. — o que configura violação de privacidade e conduta invasiva”, aponta o documento.
Deixou o imóvel após desentendimento
A tensão entre as partes aumentou quando Bruna recebeu em sua residência uma intimação judicial destinada ao proprietário. Ao tentar repassar a correspondência à esposa do locador, a influenciadora afirmou ter sido insultada injustificadamente.
A partir desse episódio, ela optou por encerrar a locação, mas segundo a defesa, o pedido de rescisão não foi aceito pelo locador.
Atualmente, Bruna não reside mais no imóvel e, por meio de sua equipe jurídica, pede a restituição de R$ 139,6 mil pagos como caução no início do contrato, além de uma indenização de R$ 10 mil por danos morais.




















