Irmão diz que Jordana tem direito a cota após acusação de fraude
A participante Jordana, do BBB26, é acusada de ter fraudado o sistema de cotas raciais em um concurso público; irmão saiu em defesa

Confinada no BBB26, a advogada Jordana Morais, que integra o time Pipoca, nem imagina que seu nome está imerso em polêmica do lado de fora da casa. A participante é acusada de ter fraudado o sistema de cotas raciais em um concurso público, mas recebeu o apoio do irmão. Ele afirmou que a sister tem direito ao benefício por ser “parda”.
Veja:
Durante a conversa, ele rebateu as acusações de que a sister teria fraudado cota racial em concurso público ao se declarar parda. Segundo ele, a família está sofrendo ataques por conta de informações que classificou como fake news.
“O meu pai é negro. A certidão de nascimento… pic.twitter.com/Ib2NjDtEtP
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“Meu pai é negro”
Honorato Morais, irmão de Jordana, desabafou e afirmou que a participante vem sendo alvo de ataques nas redes por conta de “notícias falsas”. “A minha irmã está sofrendo ataques por certas fake news, em relação a uma cota que dizem que ela se inscreveu sem ela ser parda”, disse ele ao programa Camarote da Fofoca, da LeoDias TV.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Gente, meu pai é negro. A mãe da Jordana é branca, que foi casada com meu pai que é negro, e a Jordana é parda. E isso aí ninguém pode dizer que não é assim. E a Jordana fez uma inscrição pra um concurso onde ela é parda e podia se inscrever como parda”, sacramentou.
De acordo com ele, Jordana consta como parda em documentos oficiais. “Fake news total! Dizer que ela não é parda. A certidão de nascimento dela tá parda. Porque atacam a Jordana dizendo que ela se inscreveu ilegalmente querendo fraudar cotas sendo que ela é parda?”, questionou Honorato.
Acusação
Jordana é acusada de ter fraudado o sistema de cotas raciais em um concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), para os cargos de analista ou técnica judiciária. Na época, ela tinha 18 anos.
No mês passado, a equipe da sister se manifestou sobre o assunto e afirmou que, no Brasil, o IBGE “define como parda a pessoa que se identifica como resultado da mistura de duas ou mais opções de cor ou raça, incluindo branca, preta e indígena”. Segundo o comunicado, “esse é o caso de Jordana”.
“Dentro desse contexto, não há qualquer irregularidade na inscrição de um candidato pardo pela cota racial”, afirmou a nota. “Jordana não foi investida em nenhum cargo público decorrente do referido concurso”, completou a equipe da participante.

















