Fábia Oliveira

Assim como Suzane ex-von Richthofen, Flordelis também trocou sobrenome

As duas, condenadas por homicídio, adotaram a estratégia para se distanciarem dos respectivos crimes em que foram acusadas; saiba mais

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Suzane e Flordelis
1 de 1 Suzane e Flordelis - Foto: null

Suzane von Richthofen agora é Suzane Louise Magnani Muniz. Condenada pela morte dos pais, ela adotou um novo sobrenome para se distanciar do crime cometido.

A mudança nos documentos ocorreu no último dia 13 de dezembro, data em que Suzane e o médico Felipe Zecchini Muniz, de 39 anos, declararam união estável em um cartório de Angatuba, no interior paulista. A informação é do jornalista e autor Ulisses Campbell, da coluna True Crime, do jornal O Globo.

Mas Suzane não foi a única que tentou deixar o passado criminoso para trás. A pastora e ex-deputada federal Flordelis dos Santos de Souza, também usou a estratégia da troca de sobrenome após ser condenada.

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Flordelis
Suzane von Richthofen
Flordelis foi condenada a mais de 50 anos pela morte do ex-marido, pastor Anderson do Carmo
Suzane tem livros baseados em sua história
Ex-deputada Flordelis
Suzane von Richtofen
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Suzane von Richtofen

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Flordelis
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Divulgação/TJRJ
Suzane von Richthofen
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Suzane von Richthofen

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Flordelis foi condenada a mais de 50 anos pela morte do ex-marido, pastor Anderson do Carmo
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Flordelis foi condenada a mais de 50 anos pela morte do ex-marido, pastor Anderson do Carmo

Fernando Frazão/Agência Brasil
Suzane tem livros baseados em sua história
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Suzane tem livros baseados em sua história

Ex-deputada Flordelis
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Ex-deputada Flordelis

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Suzane von Richthofen cumpre pena na Penitenciária Santa Maria Pelletier, em Tremembé
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Suzane von Richthofen cumpre pena na Penitenciária Santa Maria Pelletier, em Tremembé

MARCELO GONCALVES/SIGMAPRESS/ESTADÃO.
O assassinato de Arderson do Carmo de Souza, ocorrido na madrugada de 16 de junho, foi apontado por Flordelis, em uma primeira ocasião, como latrocínio. Contudo, segundo a polícia, a câmara de segurança da residência não apontou a presença de nenhum desconhecido na casa
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O assassinato de Arderson do Carmo de Souza, ocorrido na madrugada de 16 de junho, foi apontado por Flordelis, em uma primeira ocasião, como latrocínio. Contudo, segundo a polícia, a câmara de segurança da residência não apontou a presença de nenhum desconhecido na casa

Agência Brasil
Suzane cometeu o assassinato há 17 anos
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Suzane cometeu o assassinato há 17 anos

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Suzane von Richthofen cumpre pena na Penitenciária Santa Maria Pelletier, em Tremembé
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Suzane von Richthofen cumpre pena na Penitenciária Santa Maria Pelletier, em Tremembé

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Suzane Louise von Richthofen mandou matar os próprios pais a pauladas enquanto eles dormiam, na madrugada do dia 31 de outubro de 2002, no Brooklin, bairro nobre de São Paulo. Os assassinos foram Daniel e Christian Cravinhos. O primeiro deles era namorado de Suzane havia três anos. Os criminosos foram condenados a 39 anos de prisão. A Justiça de São Paulo oficializou a exclusão de Suzane da herança dos pais, avaliada em R$ 11 milhões, que ficou apenas com o irmão, Andreas Albert von Richthofen
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Suzane Louise von Richthofen mandou matar os próprios pais a pauladas enquanto eles dormiam, na madrugada do dia 31 de outubro de 2002, no Brooklin, bairro nobre de São Paulo. Os assassinos foram Daniel e Christian Cravinhos. O primeiro deles era namorado de Suzane havia três anos. Os criminosos foram condenados a 39 anos de prisão. A Justiça de São Paulo oficializou a exclusão de Suzane da herança dos pais, avaliada em R$ 11 milhões, que ficou apenas com o irmão, Andreas Albert von Richthofen

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Na ocasião, a pastora passou a namorar o produtor musical Allan Soares e os dois planejavam se casar. Para isso, ela obteve na Justiça a autorização para retirar o sobrenome do ex-marido, Anderson do Carmo, dos seus documentos pessoais e voltar a usar o nome de solteira: Flordelis dos Santos.

Os planos de casamento, no entanto, não se concretizaram e, recentemente, Flordelis e Allan terminaram o noivado.

A estratégia de mudança de sobrenome não é algo exclusivo de Suzane e Flordelis. A medida costuma ser usada por diversos criminosos como uma tentativa de se distanciar dos crimes pelos quais foram condenados e seguirem a vida após o cumprimento das penas.

Elize Matsunaga, outro grande caso de conhecimento público, também adotou a estratégia. Conhecida por esquartejar o marido, Marcos Matsunaga, em 2012, ela resgatou o sobrenome “Giacomini” do pai biológico, Valter Zacarias Giacomini, que nunca a reconheceu como filha. Agora, ela se chama Elize Araújo Giacomini.

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