
Fábia OliveiraColunas

Amiga de Elke Maravilha se revolta e solta o verbo contra biografia
Solange Maia usou as redes sociais, na quinta-feira (15/1), após o autor do livro dar algumas declarações: “História ridícula e falsa”
atualizado
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A biografia Elke: Mulher Maravilha, de Chico Felitti, lançada em 2020, voltou a ser o centro das atenções recentemente, depois que o autor deu algumas declarações sobre os últimos anos de vida da apresentadora.
Uma amiga de Elke Maravilha se revoltou com as falas do escritor e soltou o verbo nas redes sociais. No Instagram, na quinta-feira (15/1), Solange Maia criticou a postura do autor e desmentiu algumas informações.
“Como espalhar na mídia uma história tão ridícula e falsa? Vamos tomar as devidas providências. Meu nome é Solange Maia, sou advogada, psicóloga, psicanalista, cineasta por formação e amiga íntima da Elke Maravilha. Recebi pelo zap esse vídeo e fiquei indignada (…)”, começou ela.
Rebateu as informações
Ainda na publicação, ela rebateu: “Elke não morreu no esquecimento. O apto da Elke era pequeno e não havia possibilidade de retirar de lá 100 sacos de lixo. Elke tinha a Evinha que cuidava do apto e deixava sempre limpo”, garantiu, antes de completar:
“O que esse senhor escreveu em seu livro é um absurdo. Ele afirma que o pai era alemão. Que erro feio! O pai dela era russo e a mãe, alemã”, pontuou.
Amizade com Elke Maravilha
Logo depois, Solange Maia recordou: “A Elke era minha amiga e, de fato, nasceu na Rússia e, de fato, tinha um documento falso da Alemanha em virtude da importância da família. Sobre os parentes ela mesma dizia ‘irmãos não são de sangue, são de alma’. O único irmão querido era o Fred”, lembrou.
E disparou: “‘Pegar ela no pulo!’. Quanta mentira!!!!. Eu sou a pessoa que teve autorização dela para fazer um filme sobre ela. Fiz um documentário curta-metragem e estávamos juntas preparando seu longa-metragem”, afirmou.
A internação
Na postagem, a amiga contou sobre a internação de Elke Maravilha: “Gravei seus shows. Fui eu quem gravou o último show da vida dela. Fui eu quem pediu ao Fred pra levá-la ao hospital quando ela adoeceu e, caso não fosse possível, eu a levaria para BH”, escreveu.
E finalizou: “Quando ela morreu,, eu estava na Rússia para gravar cenas do nosso filme. No nosso filme, há uma explicação muito clara sobre esse documento. Parece que esse senhor conseguiu holofote usando a imagem da Elke. É um absurdo destruir a imagem de uma pessoa tão verdadeira. Agora ele quer um filme? Ganhar dinheiro falando mal dela? Lixo!!!!!”, detonou.
A declaração polêmica
A confusão toda foi iniciada após a participação de Chico Felitti no programa Sem Censura, da TV Brasil, na última quarta-feira (14/1). Na entrevista, ele fez algumas revelações, que provocaram a revolta da amiga.
“Ela morreu quase no esquecimento, num apartamento com mais de cem sacos de lixo dentro. Quando foram retirar o que ela tinha, saíram mais de cem sacos de lixo”, contou ele.
E continuou: “Alguém que foi tão grande para o Brasil, um farol para tanta gente, ter terminado sem um fim digno”, criticou.













