Alexandre Frota fala após Flávio ser intimado pela PF a entregar passaporte
Em conversa com a coluna, o vereador de Cotia (SP) justificou a iniciativa e afirmou acreditar que o parlamentar deve deixar o Brasil
26/10/2026 19:11

Alexandre Frota voltou a se manifestar sobre o pedido de apreensão do passaporte de Flávio Bolsonaro após o senador afirmar que foi intimado pela Polícia Federal a entregar os documentos por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em conversa com a coluna Fábia Oliveira, o vereador de Cotia (SP) justificou a iniciativa e afirmou acreditar que o parlamentar deve deixar o Brasil.
“Eu faço meu papel de cidadão brasileiro, opositor ao Flávio. O irmão fugiu, a Carla Zambelli fugiu e foi presa fora, o Allan dos Santos fugiu, o Ramagem fugiu, ele vai fugir. E ele precisa pagar pelos crimes cometidos, e são muitos. Caso fosse eleito, tudo isso iria ficar no esquecimento”, declarou Frota à coluna.

Receba no seu email as notícias da coluna Fábia Oliveira
Frequência de envio: Diário
Ver todasO vereador também afirmou que outros parlamentares apresentaram pedidos semelhantes e voltou a criticar o senador.
“Outros parlamentares entraram com o mesmo pedido. Acabou a mamata. O irmão em outubro já tinha falado que caso ele não ganhasse era pra sair do Brasil. Ele, dono de contas, tem o dinheiro do filme e várias outras coisas. Justiça é Justiça”, acrescentou.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesO pedido apresentado por Frota ao STF tinha como objetivo a adoção de uma medida cautelar para reter e apreender o passaporte de Flávio. Na ocasião, o vereador alegou que a providência seria necessária para evitar uma possível fuga e garantir o andamento de procedimentos judiciais. A solicitação foi fundamentada no artigo 319, inciso V, do Código de Processo Penal, que prevê restrições ao direito de deixar o país em determinadas circunstâncias.
Nesta segunda-feira (26/10), porém, o caso ganhou um novo desdobramento: Flávio afirmou ter sido intimado pela Polícia Federal a entregar os passaportes e proibido de deixar o Brasil, por determinação de Moraes. Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador disse que foi abordado na rua quando seguia para a casa do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar em Brasília.
Flávio também declarou que a decisão teria relação com uma fala de seu irmão, Eduardo Bolsonaro, publicada em 23 de outubro, sobre deixar o país caso perdesse a eleição.













