Fábia Oliveira

“Agressão infundada”, diz Roberto Justus sobre ataques à filha

O empresário usou as redes sociais, no domingo (13/7), para contar que os processos a respeito do caso já estão em andamento na Justiça

atualizado

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1 de 1 "Agressão infundada", diz Roberto Justus sobre ataques à filha - Metrópoles - Foto: Instagram/Reprodução

Roberto Justus e Ana Paula Siebert já iniciaram os processos contra as pessoas que atacaram a filha deles, Vicky, de 5 anos, na semana passada. A informação foi confirmada pelo empresário, no domingo (13/7), através do Instagram.

“Em resposta às inúmeras perguntas sobre a questão dos acontecimentos da semana passada, informamos que o processo criminal deu entrada essa semana e o cível será nessa próxima segunda-feira (14/7)”, afirmou, antes de completar:

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Print dos ataques à filha Roberto Justus
Print dos ataques à filha Roberto Justus
Ana Paula Siebert e Roberto Justus reagem após ataques de ódio à filha
Ana Paula Siebert, Roberto Justus e a filha posam juntos para as redes sociais
Vicky entre os pais, Ana Paula Siebert e Roberto Justus
"Agressão infundada", diz Roberto Justus sobre ataques à filha
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Ana Paula Siebert e Roberto Justus reagem após ataques de ódio à filha
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Ana Paula Siebert e Roberto Justus reagem após ataques de ódio à filha

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Ana Paula Siebert leva "bronca" de Roberto Justus em festa da filha
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Ana Paula Siebert leva "bronca" de Roberto Justus em festa da filha

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“Confiamos que a Justiça dará a resposta necessária a essas pessoas para que respondam por essa agressão infundada e sem sentido. Agradecemos o apoio e carinho que recebemos de tantas pessoas. Ana Paula e Roberto Justus”, encerrou.

Entenda o caso

O que era apenas um álbum de fotos em família virou um verdadeiro tormento para Ana Paula Siebert e Roberto Justus. O casal precisou acionar a Justiça e se manifestar nas redes sociais, no início deste mês, após a filha Vicky, de 5 anos, ser alvo de críticas e mensagens de ódio no X, antigo Twitter.

Tudo começou quando a influenciadora posou com o marido e a menina, que segurava uma bolsa de grife, que custaria R$ 14 mil. Um professor da UFRJ e uma psicóloga, então, afirmaram que a criança deveria ser morta.

Em vídeo, o casal afirmou que está tomando medidas jurídicas contra as ameaças recebidas: “Poucas vezes nos posicionamos em virtude de críticas ou comentários desagradáveis. Mas instigar a morte e a violência não é aceitável e não pode se tornar “normal”. Ontem na rede social X ameaças começaram após a publicação de uma foto nossa em família aqui no Instagram… agradecemos as centenas de mensagens que recebemos e não vamos aceitar esse tipo de posicionamento, seja de quem for…”, escreveram eles na legenda.

A declaração dos pais

Na gravação, o empresário declarou: “O que vocês vão é agora é muito raro porque nós nunca respondemos a críticas e opinião das pessoas, a gente respeita demais a opinião das pessoas”, começou.

Em seguida, Ana Paula Siebert continuou o relato: “Também a gente não gosta de se envolver em polêmica e estar em notícias ruins. É uma coisa que não faz parte do nosso estilo, da nossa família. Mas tem coisas que vão além do aceitável”, analisou.

Mais detalhes

Logo depois, Roberto Justus detalhou o caso: “O que aconteceu ontem? Um professor de uma universidade federal, depois uma psicóloga, e outras pessoas, condenando uma foto que nós publicamos da nossa família […]. Ela [Vicky] apareceu com uma bolsinha, que inclusive nem compramos. E o julgamento extrapolou o bom senso, é uma coisa tão maluca. Falaram que tinha que matar a nossa filha com guilhotina”, queixou-se.

E a esposa emendou: “Foi um presente. Mas, mesmo que tivéssemos comprado, não cabe a alguém julgar. O julgamento extrapolou o bom senso. Falaram que ‘só guilhotina resolve’. A pessoa escreveu isso! Depois de algumas horas começou a ser denunciado e apagou, mas nós temos o print”, garantiu, antes de completar:

“É instigar a morte, o ódio, é inaceitável! Por isso que estamos falando, porque é inaceitável. Se a gente começa a assinar embaixo de que a internet é a terra de ninguém, que todo mundo pode falar o que quiser e escrever o que quiser… Não é assim que funciona”, disse.

Justiça

Ainda na postagem, Roberto Justus afirmou que acionou seus advogados e não vai permitir que a família seja atacada dessa forma.

“A gente nunca ligou pra críticas, até porque são poucas, graças a Deus. Mas desta vez nós vamos atrás dos nosso direitos, até para dar o exemplo. Já acionei todo o corpo jurídico. Não vou aceitar ameaças à minha família que é ridícula e não tem o menor cabimento. […] Eu tenho muita pena dessa gente que tem um amargor deste tamanho no coração. […] Nós vamos tomar as providências”, encerrou.

Universidade se manifestou

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Escola de Comunicação da UFRJ (ECO) resolveram se manifestar, na última segunda-feira (7/7), sobre a polêmica envolvendo um professor da instituição e Vicky, filha de Ana Paula Siebert e Roberto Justus de 5 anos. Para quem está por fora do assunto, Marcos Dantas afirmou que a menina devia ser morta em uma “guilhotina” após ela aparecer em uma foto segurando uma bolsa de grife.

“Nota conjunta da reitoria e direção da escola de comunicação da UFRJ: o professor Marcos Dantas Loureiro é docente aposentado pela UFRJ desde o ano de 2022. As postagens publicadas pelo mesmo em suas redes sociais digitais expressam suas opiniões pessoais”, começou o comunicado.

Repúdio às declarações

Ainda no texto, a universidade afirmou repudiar o comportamento: “A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Escola de Comunicação da UFRJ (ECO) repudiam qualquer tipo de expressão de pensamento que incite à violência ou agrida a terceiros”, declarou, antes de finalizar:

“A UFRJ é uma instituição historicamente comprometida com a construção de um projeto de nação, através do conhecimento e da ciência; baseia-se na defesa dos valores humanistas, na educação, na democracia e no diálogo em prol do Brasil”, encerrou.

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