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É o bicho!

Como está o cão que menino deixou em abrigo para evitar maus-tratos

Um garoto deixou seu cão no abrigo para salvar o animal dos maus-tratos do pai. O caso repercutiu na web e teve um desfecho emocionante

28/03/2024 12:27, atualizado 28/03/2024 12:34
Facebook/Reprodução
Como está o cão que menino deixou em abrigo para evitar maus-tratos

A história do menino que deixou seu cachorro em um abrigo para salvar o animal das agressões do próprio pai comoveu a internet. Embora o caso tenha acontecido em março de 2020, ele foi visto recentemente enviando cartas para o “aumigo”, além de dinheiro para a comida.

O abrigo Pergatuzoo, localizado na cidade de Nicolás Romero, no México, ficou com a missão de cuidar do cachorro. O garoto deixou o pet na ONG com um bilhete assinado e escrito por ele mesmo. “Deixo o Simon, é o meu cachorro. Não quero que meu pai bata nele, ele chora muito porque não tem comida”.

Foto colorida de um cachorro e uma carta - Metrópoles

Na mensagem, o pequeno ainda disse que deixou dinheiro para comprar a ração do animal. Para finalizar, ele afirmou que não era para doar o cachorro, já que ele iria voltar para buscá-lo quando completasse 18 anos.

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Desfecho

Diante disso, o abrigo assumiu a tarefa de encontrar o pequeno tutor do cão e dono da carta. Assim que acharam, os funcionários descobriram que o animal tinha um problema genético no quadril desde o nascimento, o que o fazia sentir muitas dores. Por isso, ele costumava chorar quando o tocavam.

Depois de explicar a situação para a criança e ficar claro que não se tratava de maus-tratos aos animais, o garoto escreveu outra carta para o abrigo, dizendo que sentia falta do companheiro de quatro patas. Na época, ele também deixou três pesos para as tortilhas. As informações são do jornal mexicano UNO TV.

Facebook/ReproduçãoFoto colorida de um cachorro de pelagem branca - Metrópoles
Simon

Saudável e seguro

Simón deixou de ser um cachorrinho e se tornou um cão magnífico, graças ao abrigo que o mantém seguro e saudável. Em 2022, o menino, na época com 11 anos, visitava o pet a cada quinze dias e sempre que podia, deixava de cinco a 20 pesos para a comida (veja a postagem aqui).

A ONG continua sendo responsável pelos cuidados com o animal. Simon, por sua vez, está bem e ainda recebe visitas e bilhetes do pequeno tutor.