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Vai viajar com seu pet? Veja 5 cuidados para evitar imprevistos

Médica veterinária explica como garantir uma viagem segura para os pets nas férias de julho — desde check-up até escolha da hospedagem

atualizado

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foto colorida mulher em avião com pet
1 de 1 foto colorida mulher em avião com pet - Foto: Getty Images

As férias de julho aumentam o movimento em aeroportos, estradas e rodoviárias, e muitos tutores aproveitam o recesso escolar para incluir os pets no roteiro. Levar o animal de estimação na viagem, no entanto, exige muito mais do que boa vontade — demanda planejamento, cuidados veterinários e atenção às regras de transporte.

A médica-veterinária Juliana Stephani acompanha de perto o crescimento desse perfil de viajante e alerta: “É um movimento lindo de ver, mas que exige preparação. Quando o tutor entende que o pet precisa de adaptação, documentação e cuidados especiais, a viagem deixa de ser um risco e se transforma em uma experiência segura e prazerosa para todos”.

Confira os cinco cuidados essenciais indicados pela especialista para quem vai viajar com o pet neste mês de julho:

foto colorida mulher no avião com pet
A segurança e o bem-estar do animal devem ser prioridades em qualquer viagem

1. Check-up antes de tudo

Antes mesmo de escolher o destino, o tutor deve garantir que o pet está saudável. Um atestado de saúde recente, emitido até 10 dias antes da viagem, é obrigatório, além da carteira de vacinação atualizada, principalmente com a vacina antirrábica. O documento deve incluir dados como nome, raça, idade e peso do animal.

2. Atenção à documentação exigida no destino

Em viagens nacionais, o atestado veterinário e a carteira de vacinação são suficientes. Já para destinos internacionais, as exigências mudam conforme o país e podem incluir microchip, exames específicos e até quarentena. “Recebemos muitos tutores que só descobrem essas exigências em cima da hora. Consultar com antecedência é essencial”, reforça Juliana.

3. Transporte adequado evita recusa no embarque

A caixa de transporte precisa respeitar as regras da companhia aérea e o conforto do animal. O pet deve conseguir ficar em pé, girar e deitar com folga. “Parece simples, mas muitos tutores erram nesse ponto e acabam barrados no embarque”, alerta a veterinária. É importante testar o acessório com antecedência.

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4. Adaptação ajuda a reduzir o estresse

Acostumar o pet à caixa de transporte e aos estímulos da viagem, como sons e movimentação do aeroporto, pode fazer toda a diferença. “Quanto mais familiar for o ambiente, menor será o nível de estresse. O treinamento prévio é essencial, especialmente em viagens longas”, orienta Juliana.

5. Escolher bem o destino e a hospedagem

Nem todo hotel “pet friendly” está preparado para receber animais. A estrutura precisa oferecer áreas externas seguras e espaços que permitam uma rotina confortável. “Já vimos casos de hospedagens que aceitam pets, mas não permitem passeios. Isso compromete o bem-estar do animal”, diz a especialista.

Viajar com pets é cada vez mais comum — e viável. Mas a segurança e o bem-estar do animal devem ser prioridades. “Quando a viagem é pensada para o pet tanto quanto para o tutor, ela se transforma numa memória incrível para toda a família”, conclui Juliana.

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