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Petiscos fortalecem relação entre tutores e pets? Veterinária responde
Muitos tutores costumam oferecer petiscos como forma de agrado para seus pets. Veterinária explica como isso pode fortalecer o vínculo
atualizado
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Todo tutor, seja de cão, seja de gato, sabe o quanto os animais de estimação amam petiscos. Independentemente do sabor, formato ou textura, basta fazer o barulho da embalagem que eles logo aparecem. Para além da alimentação, esses snacks servem também como uma forma de afeto e interação entre donos e seus pets.
Com os peludos sendo cada vez mais importantes dentro das famílias, é de se esperar que as pessoas procurem meios para agradá-los. A sensação, para muitos tutores, é de reciprocidade: como eles oferecessem amor e conforto, também precisam de uma recompensa — e os petiscos cumprem muito bem esse papel.
Para desvendar o tema, a coluna É o Bicho! conversou uma especialista.
Confira!
Vínculo fortalecido
A veterinária Mayara Andrade explica que esse tipo de agrado, desde que feito de forma consciente e equilibrada, tem forte influência na relação entre tutores e pets.
Segundo ela, o petisco funciona como uma linguagem de afeto. “Reforça comportamentos positivos, cria momentos de atenção plena e aproxima. Quando escolhido com critério e oferecido corretamente, contribui tanto para o bem-estar emocional quanto para a saúde.”

“Produtos de qualidade permitem que o responsável ofereça esse agrado sem excessos. É importante agregar com composição básica e contar com a ajuda do médico-veterinário para essa escolha, levando em conta as características dos pets”, reforça a profissional.
Quando ajuda e como oferecer
A veterinária comenta que o uso correto pode contribuir em diferentes aspectos do comportamento e da rotina do animal. “É um recurso simples e funcional”, pontua a especialista.
- Reforço positivo, como em treinamentos e comandos;
- Organização da rotina, com o objetivo de criar momentos previsíveis de interação, recompensa e atenção;
- Conexão emocional, já que garante momentos de atenção exclusiva.

Mayara ainda acrescenta que a recomendação é de que até 90% das calorias diárias na dieta de um cão, por exemplo, devem ser de alimentos completos e balanceados, enquanto os outros 10% podem ser dos petiscos. “Para ajudar nesse cálculo peça ajuda a um médico-veterinário”, conclui.










