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País cria lei que proíbe deixar gatos sozinhos por longos períodos
A legislação exige rotina diária de cuidados e reforça que gatos precisam de companhia e atenção ao longo de todo o dia
atualizado
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Donos de gatos precisam redobrar a atenção com seus pets na Suécia. Isso porque uma legislação voltada ao bem-estar animal estabelece regras mais rígidas sobre a forma como os felinos devem ser cuidados — incluindo limites para o tempo que podem ficar sozinhos em casa.
Na prática, isso significa que os tutores precisam garantir companhia frequente, seja com a presença humana, seja até mesmo com outro gato, evitando o isolamento prolongado.
Além disso, a lei determina que os animais recebam estímulos diários, como brincadeiras e atenção, fundamentais para a saúde física e emocional. O objetivo é prevenir problemas comportamentais, estresse e até doenças que podem surgir a partir da solidão e da falta de sociabilidade.
Embora a legislação possa variar por região, já existem normas que estabelecem limites objetivos.
Em alguns casos, o período máximo permitido é de até 36 horas sem supervisão.

Ultrapassar esse limite pode gerar multas significativas e outras penalidades, especialmente se houver sinais de abandono ou sofrimento do animal.








