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Pai de Estopinha compartilha dicas para curtir o Carnaval com os pets
Ao Metrópoles o especialista em comportamento animal Alexandre Rossi compartilhou dicas para os pets também aproveitarem o Carnaval. Veja
atualizado
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Com o Carnaval se aproximando, muitos tutores buscam maneiras de incluir seus pets na folia de forma segura e divertida. À medida que as festas começam a tomar conta das ruas do Distrito Federal, é essencial ter cuidado ao levar os cães para blocos ou passeios em meio à multidão.
Ao Metrópoles o especialista em comportamento animal Alexandre Rossi listou valiosas dicas para garantir que os pets também aproveitem o Carnaval. Conhecido como Dr. Pet e pai da Estopinha, a primeira influencer pet do Brasil, que morreu em setembro de 2023, ele compartilha conteúdos nas redes sociais sobre bem-estar e comportamento canino.
Preste atenção no pet
De acordo com o expert, a primeira coisa que os tutores precisam fazer é prestar atenção no bem-estar do cachorro.
“Quando estamos em um grupo, acabamos não pensando muito no bichinho. Então, temos que estar preparados. Se ele for com a gente, temos que entender que ele é mais importante do que os outros.”
Alexandre orienta não beber muito, além de não deixar o bom senso de lado porque muitas coisas acontecem no Carnaval. “Às vezes, são lugares com muitas pessoas e se o cachorro escapar, por exemplo, você pode ter dificuldade para pegá-lo. Também pode acontecer de alguém bêbado estar pulando e pisar em cima do cão de porte pequeno”, elucida.

Cuidado com o calor
As chuvas frequentes durante o Carnaval podem ser um obstáculo para a folia, mas o calor ainda persiste, podendo aumentar a temperatura do asfalto. Isso pode prejudicar os pets, causando desconfortos e até hipertemia, mesmo segurando os animais no colo.
“Uma dica é refrescar o pet, molhando-o um pouco. Com a mesma água que tomamos, podemos molhar um pouco a barriguinha dele para regular a temperatura do animal. Se quiser, você também pode jogar um pouco de água em todo o corpo”, relata o veterinário.

Fantasias e horários
Entre as orientações fornecidas por Rossi, destaca-se o cuidado com o uso de fantasias e adereços. O ideal é evitar colocar roupinhas que podem atrapalhar a mobilização dos pets ou fazer com que eles tenham mais dificuldade para se refrescar.
Vale também procurar horários mais frescos e ficar na sombra. “Tudo só vale para cachorros que não são medrosos, não tem medo de andar na rua e não tem medo de barulhos. A gente pode fazer alguns testes com vuvuzelas, por exemplo, para saber como eles vão se comportar.”

Dica extra
Para quem vai deixar os pets sozinhos em casa, é importante lembrar que eles também podem se assustar e, possivelmente, não vai ter ninguém para acudir. Fique atento e programe-se para que seu melhor “aumigo” não fique sem o cuidado necessário.
