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Mulheres lideram adoção responsável de pets no Brasil

Levantamento encomendado por GoldeN ainda revela que 36% dos adotantes cresceram em famílias com histórico no tema

atualizado

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Pais de adoção de pet - Metrópoles
1 de 1 Pais de adoção de pet - Metrópoles - Foto: PremierPet/Reprodução

As mulheres estão na linha de frente da adoção responsável de pets no Brasil. É o que diz uma pesquisa encomendada por GoldeN e feita pela Opinion Box. Segundo o estudo, 22,5% das mulheres que adotam pets preferem buscar um novo companheiro em ONGs e abrigos enquanto entre os homens essa taxa é menor, chegando a 19,5%.

O estudo também revela que 36% dos novos adotantes cresceram em famílias com histórico no tema, o que reforça que a cultura da adoção pode ser transmitida entre gerações. Além disso, 34% tomam a decisão de adotar ao deparar-se com um animal necessitado.

Por outro lado, as dificuldades pós-adoção também fazem parte da experiência. Entre os desafios apontados, estão a adaptação do pet ao novo lar e os gastos inesperados com saúde.

Por isso, para facilitar o processo, 57% dos entrevistados acreditam que incentivos financeiros e suporte veterinário ajudariam a aumentar a adoção responsável no país.

Para o head de marketing de GoldeN, marca da PremieRpet, Felipe Mascarenhas, o envolvimento feminino na causa animal reflete um olhar mais consciente sobre a adoção.

“As mulheres não apenas demonstram maior propensão a adotar de forma responsável, mas também estão mais preocupadas com o bem-estar dos pets ao longo da vida”, destaca.

O profissional explica que a causa da adoção é cada vez mais uma preocupação da sociedade brasileira. “Por isso que, em abril deste ano, usamos o Cristo Redentor, o maior cartão postal do Brasil para ‘abraçar’ um pet pela primeira vez na história, um abraço simbólico e importante para chamar ainda mais atenção para o assunto”, reforça.

Não só mulheres são maioria na pesquisa, mas a Geração Z, em si, está cada vez mais engajada na causa animal e se consolidando como um dos principais grupos responsáveis pela adoção de pets no Brasil.

A GoldeN/Opinion Box ainda revela que 32% dos jovens entre 18 e 24 anos adotaram os pets por meio de resgates diretos das ruas.

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O Instituto PremieRpet tem parceria com diversas ONGs espalhadas por todo o Brasil
Aproximadamente 5 mil pets, entre cães e gatos, já foram adotados
PremieRpet promove vários eventos de adoção de cãos e gatos
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PremieRpet promove vários eventos de adoção de cãos e gatos

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O Instituto PremieRpet tem parceria com diversas ONGs espalhadas por todo o Brasil
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O Instituto PremieRpet tem parceria com diversas ONGs espalhadas por todo o Brasil

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Aproximadamente 5 mil pets, entre cães e gatos, já foram adotados
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Aproximadamente 5 mil pets, entre cães e gatos, já foram adotados

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Ações

Por meio do Instituto PremieRpet, a empresa tem parceria com diversas ONGs espalhadas por todo o Brasil. Uma das principais iniciativas é o “Projeto Medicina Veterinária de Abrigos”, que auxilia ONGs a desempenharem um trabalho cada vez melhor.

Aproximadamente 5 mil pets, entre cães e gatos, já foram adotados dentro das iniciativas feitas pela PremieRpet.

Neste ano, GoldeN promoveu eventos de adoção em três capitais brasileiras: Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Recentemente, a marca ainda doou 27 toneladas de alimentação para instituições parceiras do Consórcio Cristo Sustentável, que atuam diretamente no cuidado de aproximadamente 600 pets na capital fluminense.

“A Geração Z tem um olhar muito mais consciente para questões sociais e ambientais, e isso se reflete também na relação com os pets. O alto número de resgates diretos mostra um compromisso genuíno com o bem-estar animal e um desejo de impactar positivamente a sociedade”, reforça Felipe Mascarenhas, head de Marketing de GoldeN.

Desafios

Apesar do crescimento da adoção entre os jovens, ainda existe um dificultador: falta de espaço e de tempo para cuidar dos animais.

Entre os que não têm pet, por exemplo, 39% afirmam que essas questões os impedem de adotar enquanto 18% têm receio sobre o porte do animal e o crescimento inesperado.

Ainda assim, os jovens são o grupo mais propenso a adotar no futuro. Quase 95% dos entrevistados entre 18 e 24 anos consideram adotar um pet em algum momento.

Na pesquisa, 80% dos tutores brasileiros que têm pets adotaram os animais de estimação por meio de doações de conhecidos (37%), resgates diretos da rua (29%) ou adoção via ONGs e abrigos (21%).

Por isso, GoldeN, marca líder em alimentação premium especial para cães e gatos, tem conduzido algumas ações importantes, como eventos de adoção, doações para ONGs, além de chamar a atenção para a causa.

PremieRpet

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