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Após 50 dias, surfista mordida por tubarão em Noronha retorna ao mar. Veja vídeo
A surfista Tayane Dalazen afirmou que, após 50 dias do incidente, a lesão provocada pela mordida do tubarão está completamente cicatrizada
atualizado
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Cerca de 50 dias depois de ser mordida por um tubarão-lixa, a surfista e advogada Tayane Dalazen afirma que retornou ao mar após a cicatrização completa da lesão na perna. O incidente ocorreu na Praia do Porto, em Fernando de Noronha (PE), em 9 de janeiro, quando a jovem realizava um mergulho com snorkel e teve a coxa abocanhada pelo animal.
Relembre a história
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- Tayane Dalazen estava viajando com as amigas quando decidiu mergulhar em uma área conhecida pela presença de tubarões, mas muito frequentada por banhistas.
- De acordo com a surfista, no momento da mordida, não havia sangue e nem alimento por perto.
- Socorrida por pescadores, Tayane contou que o tubarão não soltou sua perna de imediato e chegou a sacudi-la dentro da água.
- O guia do passeio, Nego Noronha, foi quem conseguiu afastar o animal após golpeá-lo.
- No hospital, a surfista recebeu, além dos dois pontos, vacina antitetânica e antibióticos.
Na ocasião, apesar de não ter sofrido ferimentos graves, ela foi encaminhada para atendimento. Segundo a surfista, por se tratar de uma mordida de animal com elevado risco de contaminação, não foi realizada uma sutura convencional, apenas dois pontos nas extremidades.
“Mesmo com a profundidade inicial, não houve formação de queloides ou irregularidades relevantes — a pele apresenta aspecto liso e uniforme, restando apenas uma marca discreta”, relatou em comunicado à imprensa.
Ela também acrescentou que a recuperação transcorreu de forma muito tranquila, sem dores significativas.
Retorno ao mar
Agora, com a cicatrização completa, Tayane foi liberada para retomar suas atividades no mar. “No último fim de semana, voltei a surfar na Praia de São Pedro (Guarujá) e pratiquei wakesurf na represa de Guarapinga, um marco pessoal nesse processo”, contou.
Por último, a surfista disse estar grata pela evolução clínica e que encara a marca como parte da própria história.







