
Claudia MeirelesColunas

Rei Charles III fará visita aos EUA e democrata faz pedido ousado
A vista histórica do rei Charles III ao território norte-americano acontece por convite do presidente Donald Trump
atualizado
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Em abril, o rei Charles III cruzará o oceano Atlântico para uma visita oficial aos Estados Unidos, segundo nota divulgada nesta terça-feira (31/3) pelo Palácio de Buckingham por meio das redes sociais oficiais da monarquia. A visita histórica acontecerá no período em que os EUA se preparam para comemorar os 250 anos da Independência Americana, em meio ao aumento de tensões nos conflitos com o Oriente Médio.
No comunicado, a coroa afirma que a agenda oficial “irá celebrar as conexões históricas e as relações bilaterais modernas entre o Reino Unido e os Estados Unidos”. Recentemente, o presidente norte-americano, Donald Trump, que fez o convite ao rei, destacou em coletiva que a vista do monarca era esperada “em breve”.

A rainha consorte Camilla acompanhará o marido na visita oficial, que também incluirá outro destino na América do Norte.
“O rei seguirá então para as Bermudas, onde realizará a primeira visita real de sua majestade como monarca a um território ultramarino britânico”, finalizou comunicado. Detalhes específicos com a data oficial da agenda e o itinerário da viagem não foram divulgados.
A visita é mais um sinal da aliança entre Estados Unidos e Inglaterra. Em setembro de 2025, Donald Trump foi recebido pelo rei Charles III no Castelo de Windsor.
A recepção incluiu um banquete real com a presença do príncipe William, primeiro na linha de sucessão ao trono, bem como de Kate Middleton.
Deputado democrata pede que rei Charles III visite vítimas de bilionário
Com a visita eminente aos Estados Unidos, o deputado democrata Ro Khanna solicitou que o monarca se reúna em particular com algumas das vítimas de Jeffrey Epstein.
De acordo com o parlamentar, coautor da lei que obrigou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos a divulgar as provas do caso, essa é uma maneira “transparente” e “responsável” de a família real lidar com o caso.
Com a participação de Andrew Mountbatten-Windsor nos escândalos sexuais do bilionário, a realeza britânica precisou se posicionar publicamente sobre as investigações.
Em fevereiro de 2026, o rei Charles III demonstrou preocupação com as provas da participação do ex-príncipe e afirmou que apoia “integralmente” as investigações sobre o caso.

Em decorrência do escândalo, Andrew perdeu os títulos reais e chegou a ser levado sob custódia pela polícia do Vale do Tâmisa em 19 de fevereiro, dia em que completou 66 anos, por suspeita de “má conduta no exercício público”.
De acordo com investigações das autoridades britânicas, o ex-príncipe teria passado informações secretas do Reino Unido para o magnata enquanto atuava como representante do comércio britânico. Ele ocupou o cargo entre 2001 e 2011.
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