Metrópoles Fashion & Design fecha 4ª edição com força criativa do DF
Quarta edição do Metrópoles Fashion & Design encerra programação no Museu Nacional da República com debates, oficinas e muita música

Com um “até breve”, o Metrópoles Fashion & Design (MFD) se despediu do público nessa sexta-feira (12/6), encerrando a quarta edição do evento em clima de celebração. Ao longo de três dias, a cúpula do Museu Nacional se transformou em um grande palco para a moda, a arte, a música e a economia criativa do Distrito Federal, reafirmando o festival como uma das principais vitrines da produção autoral brasiliense.
Idealizado e realizado pela colunista do Metrópoles Ilca Maria Estevão, o evento reuniu mais de 40 marcas, entre estilistas, criadores independentes e brechós, além de uma programação que transitou entre oficinas, rodas de conversa, experiências culturais e apresentações musicais. O resultado foi um encontro que mostrou que a força criativa de Brasília pulsa para além do Plano Piloto.
Entre os expositores, o designer Edu Britto, fundador da DuduVision, comemorou os resultados da participação. Estreante no festival, ele destacou a oportunidade de ampliar o alcance da marca e apresentar a nova coleção ao público.
Veja os highlights da última noite de Metrópoles Fashion & Design com captação de Thamires Barreto , Guilherme Guimarães e João Monteiro e edição de Douglas Macedo:

“Foi minha primeira vez no Metrópoles Fashion & Design e achei o evento maravilhoso. Conseguimos divulgar muito bem a marca e apresentar nossa nova coleção. Os produtos que são a nossa assinatura tiveram uma ótima saída. Saio daqui com o coração grato e muito feliz com a experiência”, afirmou à coluna.
A etiqueta transita entre a alfaiataria contemporânea e o streetwear, desenvolvendo peças que contam histórias por meio das modelagens, cortes e aplicações.
Oficinas aproximam gerações no Metrópoles Fashion & Design
A programação do último dia começou logo pela manhã com uma série de atividades voltadas à criatividade e ao trabalho manual. Entre as opções estiveram a oficina A Arte de Fazer Nada, conduzida pelo professor Helton Azevedo, e experiências de carimbo, macramê e bordado em chita.

Pela primeira vez como oficineira, Keila Pires destacou a troca construída com os participantes durante os três dias de festival. “Ver as pessoas interessadas em desacelerar, criar com as próprias mãos e resgatar saberes ligados à ancestralidade foi algo muito especial. Sou apaixonada pelas artes visuais e poder compartilhar isso com outras pessoas foi incrível”, ressaltou.
As atividades atraíram públicos de diferentes idades. Entre eles estava a pequena Luna Beatriz, que participou da oficina de customização e exibiu com orgulho sua primeira peça personalizada.

“Pintei meu colete quase todo. Só falta terminar a frente porque ainda está secando. Vou usar em todos os lugares que minha mãe e minha avó me levarem, até na escola”, contou, animada.
Música e programação para toda a família
O encerramento também contou com atrações para toda a família. Food trucks, espaços de convivência e até transmissões dos jogos da Copa do Mundo ajudaram a criar uma atmosfera descontraída e vibrante ao longo do dia. Para quem foi torcer pelas seleções, o telão exibiu os jogos Canadá x Bósnia e Herzegovina e Estados Unidos x Paraguai.
Responsável pela trilha sonora da última noite, o Emivi colocou o público para dançar ao som de trap, reggaeton e sucessos românticos, em sintonia com as comemorações do Dia dos Namorados.

“Hoje é Dia dos Namorados, então não tinha como deixar as músicas de amor de fora. Estou muito feliz por fazer parte desse momento. É só o começo de uma caminhada que venho construindo há algum tempo e agora estou vendo os frutos acontecerem”, afirmou.
A programação especial da data também contou com a participação do artista urbano Mikael Omik, que realizou intervenções e customizações de camisetas inspiradas na celebração, além de uma curadoria repleta de sugestões de presentes autorais.
Quarta edição se despede com sensação de dever cumprido
No interior do museu, as rodas de conversa seguiram movimentando o público. O debate de encerramento abordou os desafios do futuro da moda diante das mudanças climáticas e os impactos nos modelos de produção e consumo.

Para quem acompanhou o evento, a experiência deixou a expectativa por novas edições. A visitante Brenda Max destacou a importância da iniciativa para a valorização da cena criativa local.

“Brasília tem uma moda incrível e que merece ser conhecida. Eventos como esse ajudam a mostrar toda essa potência. Já estou ansiosa pelas próximas edições, porque vai deixar saudades.”
Combinando moda, arte, música, conhecimento e empreendedorismo, o Metrópoles Fashion e Design encerrou mais uma edição reforçando seu papel como um dos encontros culturais mais relevantes da agenda brasiliense.
Confira quem esteve presente no encerramento do Metrópoles Fashion & Design pelas lentes de Gustavo Lucena, Augusto Costa e Matt Ferreira:






















































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