
Claudia MeirelesColunas

Processo entre Justin Baldoni e Blake Lively expõe conflito com a Sony
Novos e-mails vazados no processo que inclui Justin Baldoni mostram discordâncias do diretor com a equipe de marketing de É Assim que Acaba
atualizado
Compartilhar notícia

Em mais uma série de e-mails vazados do processo entre Justin Baldoni e Blake Lively, uma executiva sênior de marketing da Sony Pictures Entertainment aparece chamando Baldoni de “idiota” após uma entrevista concedida durante as divulgações do filme É Assim que Acaba, adaptação do livro homônimo de Colleen Hoover.
Na ocasião, a executiva Danni Maggin discordou das respostas de Baldoni para uma entrevista promocional. “Justin está basicamente insinuando que ‘estuprou’ Atlas (Brandon Sklenar) para tirar Lily (Blake Lively) de dentro dele quando falou com o Dallas Morning News. Nós cortamos a gravação, mas ele é um idiota”, escreveu no e-mail.
Como desdobramento da entrevista, Danni alegou a Josh Greenstein, então presidente do Motion Group da Sony Pictures, que o astro e diretor do filme “não deveria dar mais entrevistas, mas ele ainda tem muito trabalho pela frente”.
Justin Baldoni e Sony discordaram sobre divulgação
Além de Blake Lively, Justin Baldoni travou uma série de discordâncias com a equipe de marketing da Sony, distribuidora do filme — eles tinham visões diferentes de como É Assim que Acaba deveria ser divulgado. O plano de divulgação da Sony instruía o elenco a “evitar falar sobre o filme de uma forma que o tornasse triste ou pesado — é uma história de esperança”, alegavam.
Nas diretrizes promocionais, a empresa optou por focar “mais na força e resiliência de Lily, em vez de descrever o filme como uma história sobre violência doméstica”.
De acordo com a defesa de Blake Lively, essas instruções teriam sido desrespeitadas por Justin, protagonista e diretor do longa. “Nos dias que antecederam o lançamento do filme, o Sr. Baldoni mudou abruptamente de rumo em relação ao plano de marketing do filme e aos tipos de atividades publicitárias das quais havia participado anteriormente”, alegam os advogados.
Na defesa de Justin Baldoni, a equipe jurídica afirma que o ator “nunca concordou” com o plano de marketing e reafirmou que, desde que o ator comprou os direitos do filme, a premissa era fazer um filme para conscientizar sobre a violência doméstica e que “não se absteria de fazê-lo ao promovê-lo”.
Justin não teria “agido por conta própria”, pois o caminho editorial do filme teria sido definido previamente.

Para saber mais, siga o perfil de Vida&Estilo no Instagram.










