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Claudia Meireles

Japão: 4 cidades imperdíveis para conhecer do outro lado do mundo

Do Japão moderno ao milenar, estas são as quatro cidades bases que não podem ficar de fora do roteiro pelo país asiático

Canva/ Reprodução/ Instagram
Monte Fuji, no Japão, vista de mirante - Metrópoles

Um dos destinos mais fascinantes do Oriente, o Japão conquista cada vez mais viajantes ao reunir tradição milenar, tecnologia, gastronomia e paisagens que mudam completamente de uma região para outra. Não à toa, o país foi eleito pela Condé Nast Traveller como o destino número um do mundo por três anos consecutivos, entre 2023 e 2025.

A nação é formada por um arquipélago de milhares de ilhas e, mesmo que não haja ofertas de voos diretos saindo do Brasil, cresce também a oferta de voos com conexões em cidades estratégias na Ásia, Oriente Médio e Europa, sendo Dubai e Doha as cidades de conexão mais recorrentes por quem entra no país por Tóquio.

Tudo começa em Tóquio

Além de porta de entrada do Japão, a capital, Tóquio, é uma das paradas mais tecnológicas, com arranha-céus, bairros movimentados e a possibilidade de explorar a cidade com facilidade de transporte público, considerado um dos mais eficientes do mundo. Entre os principais atrativos da cidade estão os bairros de Shibuya, Shinjuku, Asakusa e o templo Sensoji.

Tóquio/ Japão
As ruas de Tóquio, famosas pelos letreiros e vida noturna movimentada
Tóquio/ Japão
Templo Sensoji

Tóquio pode ser a base para um bate e volta ao Monte Fuji, um dos cartões-postais mais emblemáticos do Japão. A partir da capital, é possível chegar a região de trem ou ônibus, com desembarque via Kawaguchiko.

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Osaka oferece a melhor gastronomia local

Osaka é uma parada obrigatória para quem deseja se aventurar na rica culinária japonesa. A cidade é famosa por pratos como takoyaki e okonomiyaki, além de concentrar bares, restaurantes e letreiros luminosos em regiões como Dotonbori.

Dotonbori, em Osaka
Castelo de Osaka, no Japão

Além da gastronomia, Osaka abriga atrações como o Castelo de Osaka, um dos símbolos da cidade, e o bairro de Shinsekai, que oferece uma visão “retrô” do país. A localização favorece quem usa a cidade como base para bate e volta em outras cidades. Kyoto está a menos de uma hora de trem, enquanto Nara pode ser visitada em um dia. Para quem viaja com crianças, a cidade abriga ainda Universal Studios Japan.

Kyoto e o Japão tradicional

Se Osaka é o coração gastronômico, Kyoto é o cultural. Essa foi a capital do país por mais de mil anos e ainda preserva templos centenários, santuários e jardins quem ajudam a contar a história do povo japonês. Em bairros como Gion, é possível caminhar pelas ruas de pedra e experienciar as famosas casas de chá.

Japão: 4 cidades imperdíveis para conhecer do outro lado do mundo - destaque galeria
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Fushimi Inari Shrine
Vista panorâmica do templo budista Kiyomizu-dera
Kiyomizu-dera, na encosta do  Monte Otowa
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Kiyomizu-dera, na encosta do Monte Otowa

Reprodução/ Canva
Fushimi Inari Shrine
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Fushimi Inari Shrine

Reprodução/ Canva
Vista panorâmica do templo budista Kiyomizu-dera
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Vista panorâmica do templo budista Kiyomizu-dera

Reprodução/ Canva

A cidade é famosa pelos milhares de portais de torii vermelhos, como o Fushimi Inari Taisha. Entre os passeios mais emblemáticos está ainda o Kiyomizu-dera, templo budista construído em uma encosta, o que oferece uma vista panorâmica da cidade. Arashiyama, por sua vez, traz a natureza dos bosques de bambu e as paisagens marcantes das margens do rio Katsura.

Hiroshima

Para quem gosta de combinar história e cultura durante a viagem, Hiroshima é uma parada importante. O roteiro pode começar pelo Parque Memorial da Paz, onde estão o Cenotáfio das Vítimas da Bomba Atômica e a Cúpula da Bomba Atômica, uma das estruturas que permaneceram de pé após o ataque de 1945 e que, atualmente, é Patrimônio Mundial da Unesco.

Memorial da Paz de Hiroshima

A história de Hiroshima, entretanto, vai muito além da Segunda Guerra Mundial. A cidade preserva construções de diferentes períodos, como o Castelo de Hiroshima, reconstruído após a destruição durante a guerra, e o Shukkeien, jardim tradicional criado em 1620.

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