
Claudia MeirelesColunas

Dia das Mães: confira lições de maternidade das mulheres da realeza
Mesmo diante dos flashes, protocolos e compromissos oficiais, as mães da realeza mostram que a maternidade sempre veio em primeiro lugar
atualizado
Compartilhar notícia

Neste domingo (10/5), celebra-se o Dia das Mães. Entre compromissos oficiais, tradições seguidas à risca e análise constante da mídia, as mulheres da realeza evidenciam que a maternidade ocupa um lugar central em suas vidas. Quando o assunto envolve o lado mãe, rainhas, princesas e duquesas mostram que as agendas devem esperar. Para elas, o ofício real pode ficar em segundo plano, pois a prioridade sempre serão os filhos.
Ao longo de todo o ano, a coluna Claudia Meireles acompanha a rotina das mães da realeza ou recorda os legados deixados por aquelas que já partiram, a exemplo da princesa Diana (1961-1997). Vivendo sobre a intensa exposição pública, as integrantes de famílias reais seguem métodos na criação dos filhos que poderiam inspirar pais ou responsáveis ao redor do mundo. Confira!
1. Princesa Diana
“Os braços de uma mãe são mais reconfortantes do que os de qualquer outra pessoa”, disse a princesa Diana (1961-1997). Mãe dos príncipes William e Harry, Lady Di “quebrou” protocolos rígidos da monarquia britânica para garantir que os dois filhos tivessem uma infância normal. Ela costumava levar os herdeiros ao McDonald’s porque a dupla infantil queria os brinquedos do McLanche Feliz, conforme confidenciou o ex-chef de cozinha Darren McGrady.

Outra lição deixada por Diana está em torno do poder do abraço. “Podem fazer muito bem, especialmente para as crianças”, pontuou a saudosa princesa quanto ao gesto. Para Lady Di, maternar envolvia amor, conexão e humanização. “Não me chamem de ícone. Sou apenas uma mãe tentando ajudar”, frisou.
Em 1991, Diana rompeu formalidades ao participar da corrida de mães na escola Wetherby, em Londres, onde o príncipe Harry estudava. Assim como as outras mulheres, a “princesa do povo” correu descalça e “lutou” ao máximo para vencer a prova. “Eu não sigo regras. Eu lidero com o coração, não com a cabeça”, enfatizou.

2. Rainha Rania da Jordânia
Mãe de Hussein, Iman, Salma e Hashem, a rainha Rania da Jordânia buscou equilibrar a vida pública com a maternidade. De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a majestade é uma “defensora fervorosa e franca dos direitos das crianças em todo o mundo”. Em 2007, ela foi nomeada como a primeira embaixadora eminente das Crianças do Unicef.
Para Rania, um bom livro tem o poder de instruir sobre aceitação e tolerância. Também escritora, a rainha ensinou os filhos a lerem desde crianças e, certamente, deverá passar esse aprendizado às duas netas, Iman e Amina. Na avaliação dela, a leitura é uma habilidade fundamental por ajudar as crianças a desenvolverem habilidades cognitivas e socioemocionais conforme crescem.

3. Kate Middleton
Futura rainha do Reino Unido, Kate Middleton é mãe de George, Charlotte e Louis, com 12, 11 e 8 anos, respectivamente. Em entrevista ao podcast Happy Mum Happy Baby (Feliz Mãe Feliz Bebê, em tradução livre), a princesa de Gales definiu a maternidade como um “desafio constante”.
Embora as crianças da família de Gales já estejam um pouco grandinhas atualmente, Kate não se importava em se abaixar para falar com os filhos, quando eram menores, mesmo diante dos flashes. Ela ficava na altura de George, Charlotte e Louis e olhava nos olhos durante o diálogo. A técnica foi colocada em prática pela atriz Anne Hathaway, que revelou obter sucesso com o primogênito, Jonathan.

Em 2023, Kate lançou a Shaping Us, campanha de conscientização sobre a importância do desenvolvimento social e emocional na primeira infância.
“Se quisermos encontrar soluções reais e duradouras para desafios profundos e construir uma sociedade mais saudável, precisamos redefinir nossas prioridades. Precisamos investir no desenvolvimento humano”, escreveu a integrante da realeza britânica no prefácio de um livro a respeito do tema.
4. Rainha Máxima da Holanda
De Buenos Aires, na Argentina, Máxima se tornou rainha da Holanda em 2013, por ser casada com o rei Willem-Alexander. Do matrimônio, nasceram Catharina-Amalia, Alexia e Ariana. Mesmo com a agenda turbulenta com a quantidade de compromissos e o papel de defensora especial do Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas para o Financiamento Inclusivo para o Desenvolvimento, desde 2009, ela priorizou criar as filhas com uma infância “normal”.
Em entrevista em 2021, Máxima comentou que educou as filhas mostrando a realidade e, como o passar do tempo, deu autonomia a elas. “Acredito que encontrará o seu caminho”, afirmou a integrante da realeza a respeito da primogênita, Catharina-Amalia, futura rainha holandesa. Como todas as mães, ela compartilhou sobre não ver as herdeiras crescendo. “Olho para elas como as minhas bebês”, confessou a majestade.

Para saber mais, siga o perfil de Vida&Estilo no Instagram.
