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Andreza Matais

Renan Santos do MBL: prisão é fim melancólico para Bolsonaro

Presidente da Missão e provável candidato à presidência em 2026 diz que prisão marca o fim da vida política de Jair Bolsonaro

atualizado

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Renan Santos, presidente da Missão
1 de 1 Renan Santos, presidente da Missão - Foto: Reprodução / YouTube

Para o líder do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, a prisão de Jair Bolsonaro marca o provável fim da vida política do ex-presidente. Segundo Renan, a prisão ocorreu de forma “melancólica”.

Renan Santos preside a Missão, novo partido político registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no começo deste mês. Ele é o provável candidato da legenda na disputa presidencial do ano que vem. Renan e o MBL se identificam com a direita, mas não seguem Jair Bolsonaro.


Para o líder do MBL, a prisão representa o encerramento “de uma disputa que já ficou melancólica para todas as partes”. “Tanto para o Bolsonaro, que já não tem um futuro político e que vive com dores (…), quanto para o Alexandre de Moraes, que imaginava que teria uma Lava Jato para chamar de sua e um Lula para chamar de seu — e que não encontrou isso em Bolsonaro.”

Renan também destacou o fato de Bolsonaro não ter recebido o apoio popular que se imaginava no momento da prisão. A prisão, afirma, “acontece num contexto em que o Bolsonaro está doente, está acamado. Um dos seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro, convocou uma manifestação de vigília em frente à casa dele, mas não houve aquele apoio popular, os milhões ao redor dele protegendo”.

“Não desejo a ele (Bolsonaro) que sofra na cadeia, isso não faz parte da minha índole. Por mais que hoje a gente viva num país cheio de revanchismo. É apenas um fim melancólico para toda essa história”, acrescentou.

Bolsonaro foi levado para a Superintendência Regional da Polícia Federal, no Setor Policial Sul, em Brasília, na manhã deste sábado (22/11).

O ministro Alexandre de Moraes embasou sua decisão de decretar a prisão preventiva de Jair Bolsonaro na violação da tornozeleira eletrônica que o ex-presidente usava em regime de prisão domiciliar. Moraes também menciona a vigília convocada por Flávio Bolsonaro. Para o ministro do STF, a vigília poderia ser usada como um meio para criar tumulto e possibilitar a fuga.

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