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Uma noite movimentada, quente, tropical, imaginativa e com a cara do Brasil. Assim foi o Baile da Vogue, realizado nessa quinta-feira (1º/2), no Hotel Unique, em São Paulo. Estive presente nessa festa maravilhosa e vou contar para vocês um pouco do que rolou por lá.

Vem comigo!

Vitória Loureiro/Reprodução

Antes de mais nada, é preciso falar que o Baile da Vogue existe há 15 anos. No entanto, todo o sucesso em torno da noite mais memorável dos fashionistas brasileiros só ganhou notoriedade pouco tempo atrás, quando várias celebridades de peso começaram a comparecer à festa. Em 2018, as maiores divas do momento desembarcaram na capital paulista para marcar presença na noite. Para se ter uma ideia, as tops Carol Trentini, Isabeli Fontana, as cantoras Jojo Toddynho e Pablo Vittar, e as influencers Camila Coutinho e Helena Bordon foram algumas das convidadas. Isso sem falar nas atrizes Juliana Paes e Marina Ruy Barbosa, coroadas como as rainhas da noite. A apresentação ficou por conta de Sabrina Sato e Bruno Astuto. A ideia era homenagear elementos da cultura brasileira.
Divulgação

Os apresentadores Brunos Astuto, Sabrina Sato e as musas do evento

 

Brasilienses estilosas também marcaram presença no evento.

Instagram/Reprodução

Giovanna Adriano elegeu um vestido da Dolce & Gabanna para o evento

 

Divulgação

Duda Portella Amorim arrasou com o look colorido by Iorane

 

Divulgação

A estilista Amanda Guerra se inspirou na Arara Azul para o vestido da Mandié, marca dela

 

Duda Maia também vestiu Mandié para o evento

 

Instagram/Reprodução

A designer Lucila Pena também foi a São Paulo para prestigiar o evento

 

Arquivo Pessoal

A designer Luisa Farani também marcou presença na noite com uma cabeça estilizada e totalmente flora

 

Instagram/Reprodução

Paloma Gastal, Cristina Salaro e Vitória Loureiro

 

Para o evento, me inspirei na Gal Costa dos anos 1970. Afinal, o tema escolhido para o baile deste ano foi Divino, Maravilhoso, nome da composição de Caetano Veloso e Gilberto Gil, que ganhou fama com a interpretação vivaz da cantora.

Fernando Veler/Reprodução

Lançada na época do movimento tropicalista, a letra com ritmo alucinante foi reflexo de um momento em que a música era a principal forma de expressão. Gal apresentou o hit no Festival da Record de 1968, inspirada em Janis Joplin, e cantou com muita força e atitude para espectadores não tão receptivos.

“Me apresentei com toda a fúria e força dentro de mim. Um homem, na minha frente, berrava insultos. Então, me veio um sentimento ainda maior e me atirou contra ele. ‘É preciso estar atento e forte, não temos tempo de temer a morte!’ Cantava com tanto vigor e tanta violência que o homenzinho foi se aquietando, se encolhendo, e sumiu dentro de si mesmo”, disse Gal, em uma entrevista para seu documentário, lançado pela HBO.

“Todo o movimento tropicalista teve colaboração e participação intensa e muito expressiva de Gal”, descreveu Caetano para a revista Rolling Stone. “A apresentação de Divino Maravilhoso é inesquecível, e qualquer um pode ver no YouTube. Aquilo era o avesso da Bossa Nova, como todo o tropicalismo era. E a Gal era capaz de traduzir isso com uma plenitude total”, finaliza.

A brasiliense Luisa Farani foi a responsável por transformar minha ideia neste look carnavalesco exclusivo e glamouroso. Amei o resultado!

 

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