Hélio Doyle se desfilia do PDT e passará a escrever para o Metrópoles

O jornalista trabalhou em grandes veículos de comunicação do país, foi professor por 28 anos e responsável por campanhas vitoriosas no DF

Hugo Barreto/MetrópolesHugo Barreto/Metrópoles

atualizado 24/07/2018 0:50

O jornalista Hélio Doyle se desfiliou na tarde desta segunda-feira (23/7) do PDT, partido ao qual estava ligado desde o último 7 de abril. A escolha da legenda levantou a hipótese no meio político de que Doyle poderia ser candidato, inclusive ao Governo do Distrito Federal (GDF).

As indefinições internas no PDT precipitaram a saída do jornalista.

Considerado um dos principais estrategistas de campanha no Distrito Federal, Doyle agora se dedicará a fazer a leitura cotidiana das movimentações em período eleitoral. E publicará suas análises diariamente no Metrópoles, onde se somará à equipe na cobertura do pleito de outubro.

Doyle esteve à frente da vitória de Cristovam Buarque em 1994. Coordenou o segundo turno da campanha de Joaquim Roriz em 2002. Foi ele também quem liderou a equipe que elegeu Rodrigo Rollemberg para o Senado, em 2010, e para o GDF em 2014.

Atuou como repórter, editor e chefe de redação em diversos veículos locais e nacionais, entre os quais Jornal de Brasília, Correio Braziliense, Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, Veja, Isto É, Zero Hora, TV Globo. Foi idealizador e diretor de redação da revista Meiaum. Ele também atuou como docente da Universidade de Brasília (UnB) durante 28 anos.

Muito bem-vindo, professor!

SOBRE O AUTOR
Lilian Tahan

Dirige desde setembro de 2015 o site de notícias Metrópoles. É formada em comunicação social pela Universidade de Brasília (UnB), com especialização em jornalismo digital e gestão de empresa de comunicação pela ISE Business School, instituição vinculada à Universidade de Navarra, na Espanha. Antes do Metrópoles, trabalhou por 12 anos no Correio Braziliense e dois anos na revista Veja Brasília. Ao longo da carreira, conquistou prestigiados prêmios de jornalismo, como Esso, Embratel, CNT, CNI, AMB, MPT, Engenho.

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