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Grande Angular

HBDF: encaixotado há 7 anos, aparelho contra câncer será montado

Medida será possível com o término da primeira etapa das obras do Núcleo de Medicina Nuclear da maior unidade de saúde da capital do país

18/02/2020 15:19, atualizado 18/02/2020 15:56
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Divulgação
HBDF: encaixotado há 7 anos, aparelho contra câncer será montado

Um dos equipamentos mais eficientes empregados no tratamento contra o câncer, o PET Scan finalmente entrará em operação no Hospital de Base.

O aparelho comprado em 2013 por cerca de 1 milhão de dólares estava, desde então, encaixotado no corredor do ambulatório da maior unidade de saúde do Distrito Federal.

Agora, o equipamento foi transferido para uma sala recém-construída, onde será instalado. O PET Scan estava inoperante porque, devido às suas dimensões, não havia espaço para acomodá-lo. O problema foi resolvido com o término da primeira etapa das obras do Núcleo de Medicina Nuclear. O local, inclusive, tem paredes com blindagem para a radiação.

“Foi muito suor derramado de janeiro de 2019 até agora para retirar esse PET Scan das caixas. Fomos a São Paulo firmar um acordo com a empresa fornecedora do equipamento e colocamos um advogado exclusivo para acompanhar o processo diariamente”, destacou Francisco Araujo, diretor-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IGESDF).

Funcionários trabalham para retirar o aparelho das caixas. Veja:

Rampas

Para instalar o aparelho, foi preciso construir rampas de chapas metálicas. A fim de facilitar o transporte, empilhadeiras foram utilizadas na operação – que durou 11 horas.

A sala onde está o equipamento foi lacrada e, agora, será mantida fechada até que a obra esteja em estado avançado de conclusão, o que deve ocorrer em maio deste ano. Após esse período, o local será reaberto para montagem e início dos testes do PETScan.

Ex-secretário multado

Em 2019, o ex-secretário de Saúde Rafael Barbosa foi condenado pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) ao pagamento de multa no valor de R$ 34 mil. A punição do gestor, que comandou a pasta durante o governo Agnelo Queiroz (PT), deve-se a supostas irregularidades na compra do equipamento para tratamento contra câncer.

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