“Estamos preparando a volta para março de 2021”, diz secretário de Educação

Leandro Cruz se manifestou em uma rede social sobre decisão que suspendeu o retorno das aulas presenciais na rede pública de ensino

atualizado 27/10/2020 22:22

Leandro Cruz Michael Melo/Metrópoles

Internado no Hospital Santa Luzia com Covid-19, o secretário de Educação, Leandro Cruz, comemorou, em uma rede social, a decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) de suspender, nesta terça-feira (27/10), liminar que determinou o retorno das aulas presenciais na rede pública.

O gestor agradeceu o empenho dos educadores e profissionais da pasta. “Estamos preparando a volta presencial para março de 2021, conforme planejamos, e seguimos com o objetivo de oferecer aos nossos estudantes aulas mediadas por tecnologias e materiais impressos”, afirmou Leandro Cruz, em texto compartilhado no Instagram.

Confira:

 

 

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Me dirijo a vocês após receber a notícia de que *a Justiça entendeu nossas razões a respeito da retomada das aulas presenciais.* Quero dizer que estou muito grato pela forma como nosso time se uniu para explicar respeitosamente as nossas razões como professores e profissionais da educação. Como tal, somos responsáveis também pela segurança sanitária dos nossos estudantes, seus pais/responsáveis e avós, dos nossos professores, profissionais da educação e de suas famílias, assim como do Distrito Federal. Estamos preparando a volta presencial para março de 2021, conforme planejamos, e seguimos com o objetivo de oferecer aos nossos estudantes aulas mediadas por tecnologias e materiais impressos. Temos a educação pública como compromisso com a população. E me sinto acolhido por vocês, educadores, profissionais que formam a rede pública de ensino do Distrito Federal. Obrigado pela confiança. Vamos em frente. LEANDRO CRUZ #educadf #gdf2020

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Como mostrou a Grande Angular, o desembargador João Egmont deferiu o pedido do GDF, que recorreu contra a liminar da Vara da Infância e da Juventude, emitida na sexta-feira (23/10).

Em sua argumentação, João Egmont pediu “prudência”. “Não se ignora, também, a expectativa pelo retorno dos estudantes às salas de aula, porém, não se pode determinar este tão aguardado retorno sem que as autoridades públicas responsáveis pela condução das políticas públicas estejam preparadas para esta tarefa. A situação, enfim, reclama prudência e bom senso”, escreveu.

As aulas presenciais estão suspensas desde março em decorrência da pandemia do novo coronavírus. Aos alunos, estão sendo oferecidos conteúdos digitais e impressos.

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