Observadora do cenário político do DF, lança luz nos bastidores do poder na capital.

Caso Marielle Franco: PSol organiza ato nacional cobrando justiça

Evento foi marcado após citação do nome do presidente Jair Bolsonaro (PSL) nas investigações sobre a morte da vereadora

atualizado 30/10/2019 16:48

Renan Olaz/CMRJ

Após a citação do nome do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), nas investigações sobre a morte da vereadora Marielle Franco e do seu motorista, Anderson Gomes, o Partido Socialismo e Liberdade (PSol) organiza, nesta quinta-feira (31/10/2019), mobilização nacional em defesa do aprofundamento das apurações.

Em Brasília, o ato, dirigido pelo deputado distrital e líder da legenda no Distrito Federal, Fábio Felix, será às 17h, na Rodoviária do Plano Piloto.

“Vivemos em uma democracia e precisamos sair às ruas para cobrar respostas, porque uma vereadora foi silenciada no exercício do seu mandato”, pontua o parlamentar.

A agremiação defende que o Supremo Tribunal Federal (STF) lidere os trabalhos, já que o titular do Palácio do Planalto foi citado.

Depoimento de porteiro

De acordo com reportagem veiculada pelo Jornal Nacional, da Rede Globo, nessa terça-feira (29/10/2019), o funcionário do condomínio onde o mandatário do país tem um imóvel, no Rio de Janeiro, disse em depoimento que um dos suspeitos de envolvimento no homicídio da vereadora e do motorista, ocorrido em 14 de março de 2018, esteve na guarita do residencial e pediu para interfonar na casa de Bolsonaro para entrar.

O suspeito não teria ido para a moradia do presidente, mas seguido para o endereço do ex-PM Ronie Lessa. No entanto, o porteiro, que não teve o nome revelado, teria identificado a voz “do seu Jair” no interfone. Bolsonaro, porém, estava em Brasília no dia do crime e registrou presença na Câmara dos Deputados.

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