*
 
 

Ela é uma glândula endócrina em formato de pinha e do tamanho de uma ervilha, localizada no meio do cérebro, no nível dos olhos.

Ela é sensível à luz, influenciada pela lua e regula algumas funções endócrinas no nosso corpo – como a melatonina, produzida durante a noite –, sendo também responsável por regular nossos ritmos circadianos diários e sazonais. É, portanto, quem regula nossos ciclos e qualidade do sono.

Reprodução

A glândula pineal também é conhecida como a casa do espírito e, segundo o filósofo Descartes, é o local onde a alma se fixa ao corpo. Cientistas afirmam que a pineal é a responsável pela produção de uma molécula chamada DMT, ou Dimetiltriptamina.

O DMT, ou molécula do espírito e da realidade, é encontrado em vários tipos de plantas e animais, e também é produzido em altas doses pelos seres humanos, de forma natural, em duas situações: quando nascemos e quando morremos. Além disso, é uma substância encontrada na ayahuasca, bebida sagrada ancestral, conhecida por expandir a consciência e retirar o véu existente entre o mundo físico e outras dimensões, fazendo a ponte com o divino.

Nos embriões, a glândula pineal é totalmente formada no 49° dia após a concepção, quando então libera DMT, sendo esse o exato momento em que o embrião passa a ser um feto e o sexo é definido.

A importância da pineal é estudada por esotéricos e fisiologistas desde civilizações antigas, como a da Grécia. Estudiosos acreditam que, por meio dela, fazemos a ligação com os planos superiores, através de visões intuitivas, clarividência, sonhos lúcidos, telepatia, compreensão maior entre as dimensões, estados místicos, experiências de quase morte, entre outras maneiras.

O formato de pinha que dá seu nome é bastante comum nas obras de arte antigas que representam seres iluminados ou despertos e simboliza o terceiro olho direcionando o fluxo da energia evolutiva.

Na mitologia grega, os seguidores de Dioniso carregavam um tirso com uma pinha no topo. No coração do Vaticano, há uma estátua gigante de uma pinha – indicando que, na história do cristianismo, pode ter havido conhecimentos sobre chacras e kundalini, mas, por algum motivo, preferiram escondê-los das grandes massas.

É sabido que o flúor calcifica a pineal, amortecendo e muito seus poderes, podendo trazer inúmeros malefícios. Infelizmente, ele está presente em nosso dia a dia, de forma bastante intensa, na água tratada, em pastas dentais e em alguns alimentos.

Teorias afirmam que os cientistas nazistas de Hitler usavam altas dosagens de flúor nos campos de concentração, para que os judeus ficassem inertes às situações que ocorriam, retardando e controlando mentalmente o raciocínio das vítimas.

O fluoreto adicionado à água também está presente em doses altas, em países como Estados Unidos e Brasil, aumentando teorias sobre controle das massas. Nações como Japão e algumas da Europa Ocidental não adicionam flúor à água, pois acham eticamente questionável forçar qualquer tipo de medicação, ainda mais uma tão controversa.

Reprodução

Ainda, estudos científicos têm demonstrado que pacientes portadores de Alzheimer, demência e depressão possuem a glândula pineal bastante calcificada, além de os benefícios do flúor na água serem questionáveis em relação a cáries.

Mas, então, o que podemos fazer para diminuir a ingestão de flúor e descalcificar a pineal? Bem, existem algumas formas.

Primeiramente, devemos eliminar pastas dentais com flúor. Outra medida a ser adotada é beber água alcalina e procurar um filtro que elimina o flúor da água, como o de osmose reversa, pois os filtros convencionais não o eliminam. É importante notar que a água do banho é a mais nociva, pois o corpo a absorve em grande quantidade, sendo interessante acoplar um filtro também no chuveiro.

Alguns alimentos também ajudam a descalcificar a pineal.

Suplementos clorofilados, como spirulina e chorella, são ótimos “detoxificantes” e ajudam na descalcificação. O cacau orgânico, na sua mais pura forma, também é um ótimo antioxidante e ajuda a estimular o terceiro olho. Vinagre de maçã orgânico, devido ao ácido málico, também ajuda a descalcificar a pineal. Alimentos com iodo, como o wakame, alga japonesa, e o elemento químico boro, ou borax, diminuem a absorção de flúor pelo organismo.

Reprodução

Praticar o sungazing, apreciar a energia do sol quando ele está laranja ou nascente, é extremamente benéfico para a pineal.

Outra maneira é através de meditações e exercícios que funcionam para ativá-la, disponíveis em grande quantidade no YouTube.

Para quem se interessar e quiser saber um pouco mais sobre os malefícios do flúor, sugiro este site.

Vejam também a palestra do dr. Sérgio Felipe de Oliveira:

O pleno funcionamento dessa ferramenta divina é direito de cada ser humano, independentemente de raça, cor ou credo. Vamos tomar atitudes!



 


glândula pinealflúorritmo circadiano