Stênio Garcia tem vitória na Justiça em treta com a ex e as filhas
Ator Stênio Garcia processou a ex-mulher e as duas filhas em outubro de 2025
atualizado
Compartilhar notícia

Stênio Garcia recebeu a primeira vitória na disputa judicial que trava com a ex-mulher e as duas filhas. Segundo decisão da Justiça do Rio de Janeiro, elas deverão pagar aluguel pelo apartamento do ator, do qual elas teriam se apropriado.
Na decisão, o magistrado entendeu que era indiscutível que o ator de 94 anos é dono de, pelo menos, 50% do imóvel. Assim, ele condenou a ex-esposa, a atriz Clarice Piovesan, 72 anos, a pagar o valor referente à ocupação, fixado em R$ 5 mil.
A atriz e as filhas, Cássia, 52, e Gaya Piovesan, 51, ainda podem recorrer. A decisão define também que o valor do aluguel poderá ser reajustado enquanto o processo continuar na Justiça.
Segundo os autos do processo, Clarice estaria residindo no imóvel há cerca de 20 anos. Às autoridades cariocas, Stênio Garcia afirma que o apartamento, localizado no bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ), seria de “usufruto vitálicio e exclusivo” do ator.
Stênio Garcia se diz desamparado pelas próprias filhas
De acordo com o processo, Stênio Garcia teria cedido o apartamento para as filhas em 1986, quando elas ainda eram menores de idade. Elas moraram por cerca de três anos completamente sem a presença de um adulto, até que a Clarice se mudou para o imóvel.
Após a maioridade, Cássia e Gaya teriam seguido os próprios caminhos, mas a atriz continuou a residir no local. Segundo a defesa do ator, ela estaria o usurpando dos direitos ao apartamento, sem a devida compensação.
Em uma publicação nas redes sociais, Stênio Garcia diz que tentou negociar a situação entre a família em 2019, mas sem sucesso. “Não me restou outra opção a não ser acionar a Justiça, e até agora nada”, desabafou.
O ator diz que, aos 94 anos, o dinheiro da aposentadoria não seria suficiente para arcar com os custos de vida. Mesmo diante desta situação, ele afirma que as herdadeiras teriam o abandonado financeiramente.
“Hoje, vivo da minha aposentadoria e da ajuda da família da minha mulher, Mari Saade, que nunca deixou me faltar nada. Se não fosse a família Saade, eu já teria morrido no SUS, pois tenho muitos problemas de saúde em decorrência da idade. É impressionante como o idoso no Brasil é desrespeitado e desprotegido”, completou.














