Irmã revela reação de Deolane após ter pedido de liberdade negado
Presa preventivamente desde 21 de maio, Deolane Bezerra teve um novo pedido de liberdade provisória negado pelo STJ
atualizado
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Deolane Bezerra já sabe que teve o pedido de liberdade provisória negado pela 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) nesta terça-feira (9/6). Aos seguidores, Daniele Bezerra, advogada e irmã da investigada por ligação com o PCC, revelou como foi o encontro quando deu a notícia à influenciadora.
“Acabei de sair da penitenciária e informei à Deolane como tudo ocorreu corretamente”, contou Daniele, em desabafo sobre a repercussão da imprensa sobre a decisão da corte. “Ela recebeu a decisão com respeito e já sabia que isso poderia acontecer, afinal, também é advogada”, declarou.
“[Deolane] pediu mais uma vez para agradecer a vocês pelas orações e pela corrente que foi feita ontem e que será realizada novamente hoje, às 3h da manhã”, acrescentou a advogada. “Ela também agradeceu pelas cartas e telegramas enviados à penitenciária. Ela está lendo tudo e agradeceu pelo carinho, pela força e pelas palavras bonitas”, completou.
Ainda segundo a irmã de Deolane, os advogados continuam buscando formas de reverter a decisão e estariam confiantes de que a influenciadora possa responder em liberdade às acusações de lavagem de dinheiro e ligação com a facção criminosa. A defesa continua buscando os meios cabíveis para que essa injustiça seja sanada o mais rápido possível.”
Justiça nega liberdade de Deolane
O STJ negou, nesta terça-feira (9/6), o novo pedido de liberdade provisória apresentado pela defesa de Deolane, presa desde 21 de maio. Ela é acusada de participar de um esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo PCC.
Em nota, os advogados repudiam a prisão da influenciadora, que ainda não foi propriamente condenada pela Justiça. “A manutenção da sua prisão é ilegal e desnecessária, pois Deolane não faz parte de nenhuma organização criminosa e tampouco cometeu qualquer crime, o que será provado ao longo do processo”, afirmam.
“A decisão do STJ se baseou apenas em aspectos formais da tramitação, sem qualquer análise de mérito. Acrescenta a defesa que continuará lutando pela liberdade de sua cliente, agora perante o Tribunal de Justiça de São Paulo”, completam.















