Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Celebridades

Érika Januza lembra quando foi confundida com empregada de ex-namorado

A atriz está vivendo Raquel em "O Outro Lado do Paraíso"

20/11/2017 11:19, atualizado 20/11/2017 13:09
Divulgação/ TV Globo
Érika Januza lembra quando foi confundida com empregada de ex-namorado

A atriz Érika Januza vai conseguir dar a volta por cima em “O Outro Lado do Paraíso” quando a personagem que interpreta, Raquel, se tornar juíza na trama das 9h.

Porém, o preconceito não fica restrito às cenas do folhetim. Na vida real, ela também já sofreu diretamente o racismo quase inerente à sociedade brasileira. Em uma das vezes, ela foi confundida com a empregada da casa de um ex-namorado.

Érika Januza lembra quando foi confundida com empregada de ex-namorado - destaque galeria
5 imagens
A atriz foi confundida com a empregada da casa
Esse foi apenas um dos casos em que ela sofreu com o racismo
Ela está interpretando Raquel em "O Outro Lado do Paraíso"
Bruno (Caio Paduan) e Raquel (Erika Januza)
Érika Januza contou sobre o preconceito que sofreu na casa de um ex-namorado
1 de 5

Érika Januza contou sobre o preconceito que sofreu na casa de um ex-namorado

Divulgação/ TV Globo
A atriz foi confundida com a empregada da casa
2 de 5

A atriz foi confundida com a empregada da casa

Divulgação/ TV Globo
Esse foi apenas um dos casos em que ela sofreu com o racismo
3 de 5

Esse foi apenas um dos casos em que ela sofreu com o racismo

Divulgação/ TV Globo
Ela está interpretando Raquel em "O Outro Lado do Paraíso"
4 de 5

Ela está interpretando Raquel em "O Outro Lado do Paraíso"

Divulgação/ TV Globo
Bruno (Caio Paduan) e Raquel (Erika Januza)
5 de 5

Bruno (Caio Paduan) e Raquel (Erika Januza)

Divulgação/ TV Globo

“Eu toquei a campainha e estava esperando abrirem a porta para mim, quando chegou o jornaleiro e disse: ‘Já que você está aí, entrega para o seu patrão’. Olhei para ele e disse: ‘Não é meu patrão, é meu namorado, mas pode deixar que eu entrego’. E isso não tem muito tempo”, contou ao Extra. Um detalhe na história: o jornaleiro era negro.

“Para ver como o preconceito, muitas vezes, está no próprio negro. E, olha, eu entendo. É tanto tempo sem representatividade, tanto tempo vendo as mesmas coisas que as pessoas começam a ficar desacreditadas que podem ser diferentes, estar em posições diferentes. E, na boa, quem nunca ouviu coisas de preconceito do próprio negro? Confesso que não consigo ter essa paz de espírito e deixar pra lá. Fico bem nervosa. Ao mesmo tempo, acho que a gente vem tomando mais consciência das coisas”.