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Celebridades

Emicida critica quebra da quarentena: "Meu vizinho fez 4 festas este mês"

O rapper ainda comparou, em um programa da GNT, o isolamento social para pessoas da periferia e de bairros nobres

26/05/2020 14:02, atualizado 26/05/2020 14:03
Instagram/Divulgação
Cantor Emicida na capa de seu disco Amarelo

Emicida participou do Papo de Segunda nesta segunda-feira (25/5) na GNT e comentou sobre pessoas nas periferias que quebram o isolamento social por conta do coronavírus. Segundo ele, porém, o desrespeito à medida nas áreas periféricas ainda é menor que em áreas nobres.

“Tem tido uma irresponsabilidade grande nas quebradas, sim, mas é bem menor do que a irresponsabilidade dos burgueses”, comparou o músico.

Ele comentou que um vizinho seu, da área nobre, já deu quatro festas neste mês: “A impressão que eu tenho é que ele comemora a cada vez que a gente alcança três mil mortos”.

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No entanto, o cantor afirmou que aceita os pedidos numa boa
"Para cada Emicida que chegou até aqui, quantos vão para a vala?"
O momento aconteceu durante a última edição do Papo de Segunda, do canal GNT
Emicida
E utilizou da própria história para demonstrar como os casos de sucesso são exceções no  país
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E utilizou da própria história para demonstrar como os casos de sucesso são exceções no país

Instagram/Reprodução
No entanto, o cantor afirmou que aceita os pedidos numa boa
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No entanto, o cantor afirmou que aceita os pedidos numa boa

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"Para cada Emicida que chegou até aqui, quantos vão para a vala?"
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"Para cada Emicida que chegou até aqui, quantos vão para a vala?"

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O momento aconteceu durante a última edição do Papo de Segunda, do canal GNT
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O momento aconteceu durante a última edição do Papo de Segunda, do canal GNT

Divulgação
Emicida
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Emicida

Jose de Holanda/ Divulgação

Para o rapper, o ato de ficar em casa para pessoas da periferia é mais complicado: “Que condições essas pessoas têm para ficar em casa? Não é que elas estão ouvindo as pessoas dizerem para ficarem em casa e estão entendendo outra coisa. Elas estão entendo, sim, mas estão dentro de um contexto onde, por exemplo, a casa do menino João Pedro tomou 70 e tantos tiros”.

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“Não poder parar, para não morrer de fome, acaba incentivando quem não quer parar por vários motivos, e desses motivos vários são bastante fúteis, tá ligado?”, finalizou Emicida.