Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Celebridades

Diretor de documentário diz que Michael Jackson "era pior que Epstein"

Dan Reed, diretor de Deixando Neverland, documentário sobre Michael Jackson, detonou o cantor e comentou as acusações de abuso

23/04/2026 10:11
Kevork Djansezian-Pool/Getty Images
Diretor de documentário diz que Michael Jackson “era pior que Epstein”

O diretor do documentário Deixando Neverland, Dan Reed, voltou ao centro de uma nova polêmica ao comentar o legado de Michael Jackson. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o cineasta afirmou que o artista “era pior que Jeffrey Epstein”, declaração que gerou forte repercussão.

O diretor também criticou a forma como a trajetória do cantor tem sido retratada em produções recentes. Ele citou a nova cinebiografia dirigida por Antoine Fuqua e questionou a ausência das acusações de abuso sexual infantil: “Como é possível contar uma história autêntica sobre Michael Jackson sem jamais mencionar o fato de que ele foi seriamente acusado de abuso infantil?”.

Diretor de documentário diz que Michael Jackson “era pior que Epstein” - destaque galeria
4 imagens
Michael Jackson
Rodrigo Teaser se apresenta como Michael Jackson
Michael Jackson
Michael Jackson
1 de 4

Michael Jackson

Steve Granitz/WireImage
Michael Jackson
2 de 4

Michael Jackson

Kevork Djansezian-Pool/Getty Images
Rodrigo Teaser se apresenta como Michael Jackson
3 de 4

Rodrigo Teaser se apresenta como Michael Jackson

Reprodução
Michael Jackson
4 de 4

Michael Jackson

Getty Images

Para Reed, há um movimento de apagamento dessas denúncias em favor de projetos mais comerciais. Ele avaliou que parte da indústria prioriza o entretenimento e o lucro, deixando de lado aspectos controversos da vida do artista. O cineasta chegou a ironizar os envolvidos nas novas produções, ao afirmar que “todos os envolvidos estão apenas ganhando dinheiro fácil”.

Durante a entrevista, Reed ainda comentou a retirada de seu documentário do catálogo da HBO. Segundo ele, a decisão ocorreu após um acordo judicial com o espólio de Jackson, baseado em um contrato de 1992 que inclui uma cláusula de não difamação.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

“Eles argumentaram que essa cláusula significava que a HBO não poderia dizer nada de negativo sobre Michael”, declarou, ao classificar a interpretação como “ridícula”.

Apesar da saída da plataforma, o diretor afirmou que o filme pode voltar a ser exibido no futuro, já que os direitos de distribuição têm prazo limitado.