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Celebridades

Com 52 anos de carreira, Ary Fontoura afirma: "Estou um pinto no lixo"

O ator global, no ar em Orgulho e Paixão, tem 85 anos

09/07/2018 12:57
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Divulgação/TV Globo
Com 52 anos de carreira, Ary Fontoura afirma: “Estou um pinto no lixo”

Ary Fontoura parece não ter planos para se aposentar da dramaturgia. Com 85 anos de idade e 52 de carreira, o ator revela ter uma memória boa e diz gostar de representar. “Tenho boa saúde, me cuido e acho que é a genética também. Minha mãe faleceu com 100 anos e tenho uma irmã com 93 e um irmão com 90”, declara.

Em entrevista ao UOL, Ary, intérprete do Barão Afrânio Cavalcante em Orgulho e Paixão, se define como “um pinto no lixo”. Sobre seu personagem na novela das 18h, que deveria morrer no capítulo 40 mas acabou ganhando simpatia do público, Ary o defende.

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Ary Fontoura na novela Orgulho e Paixão
Ary tem mais de 50 anos de carreira
Ary costumava se dedicar ao Facebook, onde tinha mais de três milhões de seguidores
Agora, ele também é blogueiro
Ary Fontoura tem 87 anos
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Ary Fontoura tem 87 anos

Divulgação/TV Globo
Ary Fontoura na novela Orgulho e Paixão
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Ary Fontoura na novela Orgulho e Paixão

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Ary tem mais de 50 anos de carreira
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Ary tem mais de 50 anos de carreira

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Ary costumava se dedicar ao Facebook, onde tinha mais de três milhões de seguidores
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Ary costumava se dedicar ao Facebook, onde tinha mais de três milhões de seguidores

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Agora, ele também é blogueiro
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Agora, ele também é blogueiro

Reprodução/TV Globo

“Ele tem virtudes, bondades e maldades do ser humano, o que ator quer mais com isso? Pode se esbaldar. Quem ganha com isso é quem assiste […] Fico feliz de estar nesse trabalho”, afirma. Com personagens de sucesso na TV e também acumulando alguns fracassos, Ary explica que vive um dia de cada vez e tenta ignorar os prejuízos.

“Não vivo do passado, não sou caranguejo, não ando para trás. Só guardo o que foi bom. Meu futuro é hoje. Vivo o dia a dia. Gasto o dinheiro que ganho, aproveito a vida que posso ter”, diz ele. Para Ary, um dos segredos para tocar a vida é não distinguir as pessoas.

“Sempre vejo as pessoas sentadas em um vaso sanitário, vejo a igualdade. Quando senta no vaso todo mundo é a mesma coisa. É uma comparação rude, mas é a primeira coisa que vejo quando alguém me diminui”, ilustrou o artista veterano da TV Globo.

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