Clara Maia revela como foi parto de emergência em que perdeu um filho
A influenciadora Clara Maia passou por um parto de emergência com 27 semanas de gestação e acabou perdendo um dos filhos gêmeos

A influenciadora Clara Maia comentou sobre seu processo de luto e os desafios dessa nova fase. Casada com o também influenciador André Coelho, a empresária deu detalhes sobre o parto prematuro de emergência em que perdeu um dos filhos gêmeos — o outro ficou na UTI neonatal.

Receba no seu email as notícias de Celebridades
Frequência de envio: Diário
Ver todas“Não teve um momento em que eu percebi que algo estava errado, porque eu nunca senti dor. Não senti cólica, não tive perda de líquido, nada. O que aconteceu foi que comecei a sentir os bebês se movimentando demais. Hoje, olhando para trás, consigo perceber que isso começou na terça-feira. Tive parto de emergência no sábado”, revelou à revista Quem.

A ex-participante do reality De Férias com o Ex também é mãe dos gêmeos José e João, que estão com 1 ano, e estava grávida dos gêmeos Túlio e Theo. Após o parto emergencial, Túlio não resistiu e Theo ainda está no hospital.
“Cheguei a falar com a minha médica. Ela perguntou: ‘Está sentindo os dois?’. E eu disse: ‘Doutora, estou sentindo eles se mexerem muito, estão em posições esquisitas’. Ela respondeu: ‘Está sentindo os dois se mexerem?’. Eu disse: ‘Estou, até demais’. E ela falou: ‘Então está tudo bem, mas vamos avaliar’”, contou.
Clara explicou que foi ao consultório da médica no sábado, e só entendeu a gravidade da situação quando a obstetra precisou chamar seu outro médico, especialista em gravidez de risco.
“Quando o especialista fez o ultrassom, ele disse: ‘Vou avaliar com calma, mas já adianto que não está tudo bem’. Na hora, meu coração parou. Pensei: ‘Meu Deus, será que vou ter que fazer um parto de emergência com 27 semanas?’ Após a avaliação, ele explicou: ‘Precisamos fazer o parto de emergência, porque ambos estão em sofrimento — um com muito líquido e o outro com quase nenhum’. Então, o que eu estava sentindo não eram os dois se mexendo, mas o Túlio, que tinha muito líquido, rotacionando na barriga, enquanto o Theo, com pouco líquido, estava quase imóvel”, detalhou.
Clara ainda acrescentou: “Quando nasceu, ele não tinha líquido nenhum. Não houve um momento em que percebi que algo estava errado — o único sinal foi o excesso de movimento na barriga”.
Lidando com o luto, a empresária disse que ressignificou a maternidade: “Não sou mais tão rígida com as coisas que eu julgava extremamente importantes: comer tudo, sentar na cadeira, dormir na hora certa, fazer o banho do jeito ‘certo’. Essa perda me ensinou que precisamos aproveitar mais os nossos dias, ser mais flexíveis e entender que, daqui a pouco, certas coisas não farão a menor diferença”.














