Caso Prior: entenda decisão que pode levar ex-BBB à prisão por estupro

Ex-participante do BBB 20, Felipe Prior teve a condenação em 2ª instância por estrupo mantida pela Justiça e poderá ser preso em breve

atualizado

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Felipe Prior posa em barco - Metrópoles
1 de 1 Felipe Prior posa em barco - Metrópoles - Foto: Instagram/Reprodução

Felipe Prior, ex-participante do BBB 20, poderá ser preso em breve. O recurso da defesa do arquiteto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi negado e manteve a decisão da 2ª instância da Justiça de São Paulista que o condenou pelo crime de estupro. O caso ocorreu em 2014 e a condenação do ex-BBB ocorreu dez anos depois, em setembro de 2024.

Prior, agora, deverá cumprir a pena de oito anos de detenção em regime semiaberto após ter estuprado uma das então colegas da faculdade durante uma das festas dos alunos da instituição. Um mandato de prisão contra o ex-BBB deve ser emitido pela Justiça paulista nos próximos dias.

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Ex-BBB Felipe Prior é réu em caso de estupro
Felipe Prior
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Felipe Prior
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Felipe Prior
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Este é um dos quatro processos de estrupo envolvendo Prior. Ele foi absolvido em dois, a mais recente absolvição foi em dezembro deste ano. O quarto processo ainda está em andamento. Todos os casos teriam ocorrido após festas universitárias, entre 2014 e 2018.

No processo em questão, que poderá resultar na prisão de Prior, a primeira condenação do ex-BBB foi em julho de 2023. Após o recurso dos advogados a Justiça decidiu em segunda instância, em setembro do ano passado, não só manter como aumentar a pena em dois anos.

Por se tratar de um processo em instância superior, o direito a recursos ocorre apenas em casos extraordinários, como quando a decisão viola a Constituição Federal. Procurada pelo Metrópoles, a defesa do arquiteto ainda não se manifestou. O espaço segue em aberto.

Relembre

O crime ocorreu em 2014, mas a denúncia veio apenas em 2020, após Felipe Prior ganhar visibilidade como um dos favoritos do BBB 20. O então estudante de arquitetura e a vítima eram colegas de faculdade na Zona Norte paulista, e Prior costumava dar caronas a ela para casa.

Após uma festa, porém, o condenado teria parado o carro na rua anterior à residência da estudante universitária e forçado uma relação sexual. A vítima não conseguiu resistir pois estava alcoolizada.

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