Casagrande explica por que não convocaria Neymar para a Copa do Mundo
Ao Metrópoles, o comentarista Walter Casagrande Júnior revelou quem convocaria para a Copa do Mundo de 2026
atualizado
Compartilhar notícia

Apesar da grande celebração dos brasileiros por terem Neymar Jr. representando a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, o comentarista Walter Casagrande não esconde que, se dependesse dele, não teria convocado o atacante. Ao Metrópoles, ele explicou o motivo.
Assista:
Em primeiro lugar, o ex-atleta deixou claro que a opinião que tem sobre o santista é puramente profissional. Além disso, destacou que não é o treinador da Seleção, apenas um comentarista que opina sobre o que está vendo.
“O Neymar não está jogando bem há muito tempo. Não tem explosão, não tem arranque, não tem intensidade. Então, eu não convocaria, a princípio”, disse.
Apesar disso, Casagrande admitiu que entende o motivo de Carlo Ancelotti, o técnico da Seleção, ter convocado Neymar. Ele citou as perdas de Estêvão [do Chelsea] e de Rodrygo [do Real Madrid] como impactos diretos para a escolha do atacante.
“Eram dois jogadores que eram líderes técnicos do time dele. Ele contava muito com aqueles caras. Se os dois estivessem bem, eu acho que ele não levaria o Neymar. Mas, sem os dois, eu entendi mais ou menos o pensamento dele”, falou.
Casão, como é chamado carinhosamente pelos fãs, também opinou que Ancelotti errou ao não convocar jogadores como João Pedro, do Chelsea, e Pedro, do Flamengo. “Eu achei uma injustiça”, afirmou.
O Hexa vem? O que diz Casagrande
Na lata, Walter Casagrande admite que não considera o Brasil como um dos favoritos para ganhar a Copa do Mundo e conquistar, finalmente, o Hexa. Apesar disso, o comentarista acredita que há a possibilidade de a Seleção Brasileira surpreender.
Para ele, se o Brasil fizer uma primeira fase boa, por exemplo, se ganhar do Marrocos, dar uma goleada no Haiti ou ganhar da Escócia, ou seja, vencendo as três partidas, os outros times vão enxergar a Seleção com outro olhar.
“[Se isso acontecer,] muda o modo das seleções olharem para o Brasil. Então, eu acho que pode surpreender. Não é impossível. É muito difícil, mas pode surpreender”, opinou.











