Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Celebridades

Casa em que Marilyn Monroe morreu é declarada monumento histórico

A casa em que Marilyn Monroe morreu, em 1962, foi declarada como monumento histórico cultural por autoridades de Los Angeles, nos EUA

27/06/2024 15:33
Compartilhar notícia
Baron/Hulton Archive/Getty Images
Na imagem com cor, a atriz Marilyn Monroe - Metrópoles

A casa em que Marilyn Monroe morreu, em 1962, foi declarada como monumento histórico cultural por autoridades de Los Angeles, nos Estados Unidos. A decisão salvou o imóvel de ser demolido após uma batalha judicial.

Vale destacar que os 14 membros do conselho municipal de Los Angeles votaram a favor da designação e de proteger a propriedade de 270m², localizada na área nobre de Brentwood.

Receba no seu email as notícias de Celebridades

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Marilyn comprou a residência de estilo colonial espanhol e quatro quartos em fevereiro de 1962. Seis meses depois, ela foi encontrada morta no local por overdose, aos 36 anos. Até hoje, seis décadas depois, fãs continuam depositando flores na propriedade.

Casa em que Marilyn Monroe morreu é declarada monumento histórico - destaque galeria
5 imagens
Casa em que Marilyn Monroe morreu é declarada monumento histórico - imagem 2
Famosa foto de Marilyn Monroe em 1954 usando saltos Dior
Marilyn Monroe em 1954 usando saltos Dior
Casa em que Marilyn Monroe morreu é declarada monumento histórico - imagem 5
Marilyn Monroe faleceu em 1962
1 de 5

Marilyn Monroe faleceu em 1962

Sunset Boulevard/Corbis via Getty Images
Casa em que Marilyn Monroe morreu é declarada monumento histórico - imagem 2
2 de 5

AdsHistory
Famosa foto de Marilyn Monroe em 1954 usando saltos Dior
3 de 5

Famosa foto de Marilyn Monroe em 1954 usando saltos Dior

Getty Images
Marilyn Monroe em 1954 usando saltos Dior
4 de 5

Marilyn Monroe em 1954 usando saltos Dior

Bettmann via Getty Images
Casa em que Marilyn Monroe morreu é declarada monumento histórico - imagem 5
5 de 5

Reprodução

O imóvel pertence atualmente ao casal que é dono da propriedade vizinha e o comprou em julho passado, por US$ 8,35 milhões, para derrubá-lo e ampliar a sua residência, o que gerou a batalha legal.