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O Salgueiro ganhou o Estandarte de Ouro de melhor escola do Grupo Especial. Este ano, as mulheres negras foram as estrelas do desfile da vermelha e branca. Martinho da Vila foi considerado personalidade do ano pelo júri da premiação, organizada pelos jornais O Globo e Extra.

A Mangueira vai receber o título de melhor enredo com “Com dinheiro ou sem dinheiro, eu brinco”, uma crítica ao corte de recursos repassados às escolas de samba pela prefeitura do Rio.

O melhor samba-enredo foi o da Mocidade Independente de Padre Miguel, com “Namastê… A estrela que habita em mim saúda a que existe em você”.

A comissão de frente campeã foi a do Paraíso do Tuiuti. “O grito de liberdade” era o nome da ala. Com o samba-enredo “Meu Deus, meus Deus, está extinta a escravidão?”, a escola viralizou nas redes sociais ao trazer uma ala de “paneleiros” e um presidente “Temer vampiro”.

A Grande Rio ficou com prêmios de melhor mestre-sala, com Daniel Werneck, e porta-bandeira, Verônica Lima. O puxador vencedor foi Tinga, da Unidos da Tijuca. André Samma, da Vila Isabel, ganhou o Estandarte de melhor passista masculino. No feminino, o prêmio foi para Dani Moreníssima, da Grande Rio.

O Estandarte de melhor ala das baianas ficou com a Mangueira. A Estação primeira também faturou na categoria ala, a Garra Mangueirense, com o figurino “Bloco de sujo ou vem como pode no meio da multidão”.

Raphaela, porta-bandeira da Império Serrano, foi escolhida revelação do ano pelos jurados.

Na categoria inovação, os jurados entenderam que a interação de imagens de um telão com os componentes da comissão de frente da Grande Rio foi o uso criativo, oportuno e adequado da tecnologia nos desfiles.

Confira aqui a lista da premiação completa.

 

 

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