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O último dia de desfiles do grupo especial do Carnaval carioca teve como destaques as escolas Beija-flor de Nilópolis, União da Ilha do Governador e Salgueiro. Unidos da Tijuca, Portela e Imperatriz Leopoldinense também desfilaram na Sapucaí.

A Beija-flor apostou na crítica à desigualdade social e a todas as formas de intolerância. Ela ficou responsável por encerrar a noite e foi seguida por uma multidão na avenida, representando o carnaval de rua.

A União da Ilha prestou uma homenagem à culinária brasileira, com carros luxuosos, e o Salgueiro fez um tributo às mulheres negras (foto acima).
A Unidos da Tijuca homenageou o ator, diretor e escritor Miguel Falabella, com o enredo “Um coração urbano: Miguel, o arcanjo das artes, saúda o povo e pede passagem”.

O desfile teve Marisa Orth à frente da bateria representando a personagem Magda, de “Sai de Baixo”, que era casada com Caco Antibes, vivido por Falabella. Ela usou uma coleira com o nome “Caco”. Arlete Salles, Cissa Guimarães, Claudia Raia e Aracy Balabanian também desfilaram.
Já a Portela botou a Sapucaí para dançar com um enredo sobre refugiados. A carnavalesca Rosa Magalhães contou a história de judeus que se refugiaram em Pernambuco na época da dominação holandesa.
A União da Ilha do Governador apostou na culinária brasileira como inspiração, com destaque para a musa Gracyane Barbosa, rainha de bateria, à frente dos ritmistas vestidos de cozinheiros. O carro abre-alas tinha cheiro de café, e o carro sobre cacau exalava chocolate.

A Imperatriz Leopoldinense entrou na avenida com o enredo sobre os 200 anos do Museu Nacional, no Rio de Janeiro. O carnavalesco Cahê Rodrigues se inspirou no filme “Uma noite no museu” e levou para a Sapucaí insetos, aves, fósseis e meteoros.

 

 

 

 

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