Vídeo: em briga envolvendo homofobia, homem atira contra três pessoas

Briga começou em discussão de trânsito em Valparaíso (GO) e seguiu até condomínio; suspeito ainda teria dito insultos homofóbicos a vítima

atualizado 20/10/2021 10:13

Briga em condomínio após discussão de trânsito em Valparaíso de GoiásReprodução

Goiânia – Um homem foi preso, na terça-feira (19/10), depois de atirar em direção a três pessoas no estacionamento de um condomínio em Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal (DF). Vídeos de câmeras de segurança mostram a discussão no local. De acordo com a Polícia Civil, o suspeito teria efetuado 12 disparos após uma briga de trânsito. Apesar de vários tiros disparados, por sorte não houve feridos.

O suspeito, conforme a investigação, teve uma discussão com uma das vítimas depois de ele não respeitar uma faixa de pedestres, no dia 10 de outubro. Os dois moram no mesmo condomínio e, ao chegarem ao local, iniciaram nova discussão. Na ocasião, segundo a polícia, o investigado também fez declarações homofóbicas contra o seu desafeto, que é homossexual.

Veja vídeo:

Confusão

A briga se intensificou, de acordo com a polícia, e outras duas pessoas, que estavam próximas, entraram na discussão para defender o homossexual, que foi agredido pelo suspeito com um tapa no rosto. Em seguida, segundo a investigação, as demais pessoas reagiram e revidaram o suspeito com socos e tapas.

Exaltado e com muita raiva, conforme informações repassadas pela polícia, o suspeito sacou uma arma de fogo, imediatamente, e disparou contra as três pessoas, acertando quatro projéteis em uma delas. Depois, o suspeito continuou a atirar contra as demais, que saíram correndo. O agressor fugiu em seguida.

Legítima defesa

A polícia informou que, durante interrogatório, o suspeito disse que agiu em legítima defesa e que houve troca de tiros. Ele está detido presídio local, onde aguardará a conclusão das investigações.

O Metrópoles não conseguiu contato da defesa do suspeito nem das demais pessoas envolvidas na discussão, já que a polícia não divulgou os nomes.

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