Veja quem participa da caminhada de 200 km organizada por Nikolas

Ato organizado pelo deputado Nikolas Ferreira pede pela liberdade de Jair Bolsonaro e dos presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023

atualizado

metropoles.com

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Reprodução/Redes sociais
Nikolas em caminhada
1 de 1 Nikolas em caminhada - Foto: Reprodução/Redes sociais

Parlamentares da direita estão se mobilizando para acompanhar o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) na “caminhada pela liberdade” entre município do interior de Minas Gerais e Brasília. Marcha pede pela liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A mobilização percorrerá mais de 200km – vai de Paracatu (MG) até Brasília (DF). A previsão de chegada é no domingo (25/1) o Nikolas já disse que espera ser recebido em uma manifestação.

Até o momento, o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), o deputado federal André Fernandes (PL-CE), o vereador Lucas Pavanato (PL-SP) e o vereador Fernando Holiday (PL-SP) publicaram nas redes sociais que vão participar do ato de Nikolas.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Fernandes anunciou que já encontrou Nikolas.

Na justificativa para a mobilização, Nikolas cita a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão, e também a “situação jurídica dos presos relacionados aos acontecimentos de 8 de janeiro”.

O deputado mineiro anunciou a caminhada na última semana, em vídeo publicado nas redes sociais.

“Eu, como deputado federal, junto a outros deputados e senadores, fico com o mesmo sentimento de vocês diante das prisões injustas do 8/1 e a própria prisão do ex-presidente Bolsonaro, em relação a esse governo e ao Supremo Tribunal Federal. Eu tenho orado para que Deus me desse uma ideia sobre o que fazer, vim pensando e chegou o dia. Por isso, decidi caminhar até Brasília em um ato simbólico para poder trazer luz a todos os fatos que estão acontecendo”, disse.

A mobilização começou a ser divulgada uma semana depois da publicação de um vídeo em que ele fez novas acusações, afirmando que o governo estaria monitorando e pretendia taxar o Pix. A narrativa repete a estratégia usada no início de 2025, quando declarações semelhantes afetaram a avaliação popular do governo Lula.

As alegações foram posteriormente negadas pela Receita Federal e por outros órgãos oficiais, além de terem sido rebatidas pelo presidente em compromisso público no Rio de Janeiro, na última sexta-feira.

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