Veja quais estados serão atingidos pelo 1º ciclone extratropical do ano

Ciclone deve gerar instabilidades em grande parte do país, com destaque para o Sul, com risco elevado de temporais nesta sexta-feira (9/1)

atualizado

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Reprodução/Regional and Mesoscale Meteorology Branch
Ciclone extratropical
1 de 1 Ciclone extratropical - Foto: Reprodução/Regional and Mesoscale Meteorology Branch

A atuação de um sistema de baixa pressão, associado à formação de um ciclone extratropical ao longo deste final de semana, o primeiro de 2026, deve provocar instabilidades em grande parte do país nesta sexta-feira (9/1). De acordo com a Climatempo, o destaque fica para a região Sul do Brasil que terá um risco elevado de temporais, chuva volumosa, rajadas intensas de vento e até mesmo queda de granizo.

5 estados são atingidos pelo primeiro ciclone extratropical do ano nesta 6º

O ciclone extratropical terá impacto nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

As demais regiões do país registram pancadas de chuva em diferentes intensidades, intercaladas com períodos de calor e temperaturas ainda elevadas.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), 14 estados de uma faixa que vai do Norte ao Sul do país estão sob alerta de tempestades e chuvas intensas.


Três tipos de ciclones:

  • Extratropicais: são os mais comuns no Brasil. Eles se formam em latitudes médias, entre 30° e 60°, associados a frentes frias e possuem núcleo frio.
  • Tropicais: mais intensos e devastadores, conhecidos como furacões ou tufões em outras regiões, formam-se sobre oceanos quentes perto do Equador e possuem núcleo quente.
  • Subtropicais: um híbrido dos dois anteriores, comuns no litoral do Sudeste do Brasil.

Confira a previsão por região:

Região Sul

O deslocamento do sistema de baixa pressão entre o Paraguai e o norte da Argentina favorecem fortes pancadas de chuva, temporais, rajadas de vento intensas e eventual queda de granizo no Rio Grande do Sul. As instabilidades aumentam ao longo do dia, com situação de perigo para volumes elevados de chuva no oeste e sudoeste gaúcho.

As rajadas de vento variam entre 40 e 50 km/h no oeste do Paraná e de Santa Catarina. No Rio Grande do Sul, os ventos podem atingir até 70 km/h no litoral, chegando a cerca de 80 km/h durante os temporais. As temperaturas ficam mais amenas no sul gaúcho, enquanto o calor persiste nas demais áreas.

Região Sudeste

Há risco de chuvas fracas e isoladas em grande parte de Minas Gerais, além de alguns pontos do Espírito Santo, enquanto outra parte do Sudeste terá tempo mais firme.  Entre o fim da manhã e o início da tarde, as instabilidades aumentam, com chuva moderada a forte no oeste, leste, interior, áreas ao norte e metade sul de São Paulo, além do sudoeste de Minas Gerais.

Até o fim do dia, as instabilidades diminuem, mas ainda ocorrem de forma isolada. O calor segue predominando, com rajadas de vento entre 40 e 50 km/h no oeste paulista, Região dos Lagos e litoral norte fluminense.

Em São Paulo, o tempo segue mais firme, mas ao longo do dia, chove no sul, oeste, sudoeste e noroeste paulista, com pancadas ganhando força, além do interior, leste e áreas mais ao norte, onde a chuva pode ser moderada a forte. Na capital, há previsão de pancadas de chuva à tarde e à noite, com temperaturas que podem chegar aos 32°C.

Região Centro-Oeste

As pancadas de chuva atingem o oeste e noroeste de Mato Grosso nas primeiras horas do dia, além do sul de Goiás, avançando de forma mais fraca pela manhã sobre Mato Grosso do Sul. Entre o fim da manhã e o início da tarde, o calor e a umidade intensificam as instabilidades, com pancadas mais fortes e isoladas.

A atuação da área de baixa pressão sobre o Paraguai mantém o tempo instável, com pancadas intensas ao longo do dia em grande parte do estado. À noite, o tempo melhora gradualmente, mas ainda há chuva isolada no norte e interior de Mato Grosso, leste e sudoeste sul-mato-grossense e interior de Goiás.

As temperaturas diminuem um pouco, mas o calor persiste. Rajadas de vento entre 40 e 50 km/h atingem podem atingir a região.

Região Nordeste

A chuva ocorre de forma fraca no litoral leste da região, no leste e interior do Maranhão e no interior da Bahia. Entre o fim da manhã e a tarde, as instabilidades se intensificam, com possibilidade de chuva mais forte entre o litoral sul da Bahia e Sergipe, oeste de Pernambuco, sul do Ceará e leste do Piauí.

Entre o litoral pernambucano, extremo sul baiano e áreas do interior da Bahia, a chuva varia de moderada a forte, com risco de temporais na região de Ilhéus. À noite, as instabilidades perdem força e o calor volta a predominar.

As rajadas de vento variam entre 40 e 50 km/h. A umidade relativa do ar fica baixa no interior da Paraíba, Ceará, norte do Piauí, extremo leste do Maranhão, oeste e sul do Rio Grande do Norte, com índices abaixo dos 30%.

Região Norte

Pela manhã, chove de forma mais intensa no Amazonas, Acre e Rondônia, enquanto nas demais áreas a chuva ocorre de maneira isolada. À tarde, as instabilidades aumentam, com chuva mais forte e risco de temporais nessas áreas. As pancadas também se intensificam no Tocantins, oeste e leste do Pará, além do oeste, norte e sul de Roraima.

A atuação da zona de convergência intertropical (ZCIT) mantém o tempo instável no norte do Amapá, com risco de temporais. A sensação de abafamento segue predominando.

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