Único lugar do Brasil na lista de destinos de 2026 do NYT fica em MG
Museu a céu aberto foi um dos 52 lugares do mundo selecionados para se visitar ao longo do ano
atualizado
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Um único local brasileiro figura na lista do The New York Times (NYT) como um dos 52 lugares para se conhecer em 2026. Na 24ª posição, o Instituto Inhotim, localizado em Brumadinho, Minas Gerais, foi apontado pelo jornal de renome como um destino imperdível.
Com 20 anos de abertura para visitação pública, é considerado um dos maiores museus a céu aberto do mundo. De acordo com a publicação, “uma das poucas queixas feitas sobre o Inhotim — um museu de arte contemporânea no sudeste do Brasil — é que é muita coisa para um dia só”, afirma o NYT.
O jornal ainda enaltece ainda a capital, Belo Horizonte, como a “capital dos bares do Brasil”, e o estado de Minas Gerais como um todo, com suas “igrejas exuberantemente barrocas e um parque nacional deslumbrante”, que “são ótimos motivos para estender sua viagem”.
O Brasil não foi mencionado na edição de 2025. Em 2024, Brasília esteve na lista ilustre do NYT. Manaus e o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses estiveram ambos em 2023.
“Em 2026, o Inhotim comemora seu 20º aniversário aberto ao público (começou como uma coleção particular) com uma programação especial de exposições que exploram a identidade afro-amazônica do Brasil. Obras de Dalton Paula, Davi de Jesus do Nascimento, Paulo Nazareth e 22 artistas indígenas sul-americanos se juntarão às coleções permanentes de artistas como Yayoi Kusama e Hélio Oiticica,” completa a publicação.
O instituto fica localizado a cerca de 60km da capital mineira de Belo Horizonte (MG). É tanto um museu de arte contemporânea, quanto jardim botânico. “Sua localização privilegiada – entre a Mata Atlântica e o Cerrado –, e as paisagens exuberantes ao longo dos 140 hectares de visitação proporcionam aos visitantes uma experiência única que mescla arte e natureza,” destacou o Ministério do Turismo brasileiro, que comemorou a escolha do local.
O acervo é constituído por cerca de 1.862 obras de mais de 280 artistas, de 43 países, e são exibidas ao ar livre e em galerias em meio ao jardim botânico com mais de 4,3 mil espécies botânicas raras, vindas de todos os continentes.




















