Trama golpista: ação contra Cid entra em trânsito em julgado no STF
Com o andamento processual, ex-ajudante de Bolsonaro pode pedir para retirar tornozeleira. Ele planeja deixar o país caso haja permissão
atualizado
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O processo do ex-ajudante de ordens Mauro Cid, no âmbito da trama golpista, transitou em julgado no Supremo Tribunal Federal (STF) e, a partir de agora, a defesa pode solicitar à Corte que o período em que ele cumpriu medidas cautelares seja considerado como pena cumprida.
A ação contra o delator da trama foi encerrada na tarde desta terça-feira (28/10) pela Secretaria do STF. Cid foi condenado pelos ministros da Primeira Turma do Supremo a dois anos de prisão em regime aberto.
Com a medida, falta o relator do processo, ministro Alexandre de Moraes, despachar sobre o tema. Os advogados de Cid almejam que o período que o cliente cumpriu medidas cautelares seja contabilizado no cumprimento da pena — o que abateria a pena de dois anos.
O militar da reserva e ex-braço direito de Jair Bolsonaro (PL) já manifestou a aliados o desejo de deixar o Brasil e mudar-se para os Estados Unidos.
